04170 2200301 450000100060000009000100000610000410001610100080005720002100006521000250027521500370030022500120033732801820034933028410053160600200337260600210339260600320341360600360344560600360348160600310351760600180354867500180356670000530358470200350363770200590367285200120373199501250374311865 a11865 a20191114d2011 y0pory50 ba apor aDelinquência juvenileestudo de algumas variáveis psicológicas e relacionais com ênfase nos traços psicopáticosfPedro Fernandes dos Santos Pechorrogori. tese Rui Xavier Vieira, Carlos Poiares aLisboac[s.n.]d2011 aXXIX, 275, [58] f.d30 cm em PDF aEstudos aDoutoramento em Ciências e Tecnologias da Saúde Especialidade em Medicina Legal e Ciências Forenses apresentado à Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina de Lisboa aNa presente investigação pretendeu-se analisar a influência de algumas variáveis psicológicas e relacionais na delinquência juvenil, com especial ênfase nos traços psicopáticos, mas focando também outras variáveis como problemas de comportamento, delinquência auto-relatada, auto-estima e desejabilidade social. Foi também analisada a influência de variáveis sócio-demográficas e de tipo criminal. Para avaliação dos constructos em estudo efectuou-se a validação de diversos instrumentos psicométricos, nomeadamente do Dispositivo de Despiste de Processo Anti-social versão de auto-resposta (APSD-SR; Muñoz & Frick, 2007), do Questionário de Capacidades e de Dificuldades versão de auto-resposta (SDQ-SR; Goodman et al., 1998), da Escala de Delinquência Auto-relatada Adaptada (ASDS; Carroll et al., 1996), da Escala de Auto-estima de Rosenberg (RSES; Rosenberg, 1989) e da Escala de Desejabilidade Social de MarloweCrowne (Ballard, 1992) versão curta, além de se ter construído um questionário sóciodemográfico e um questionário de tipo criminal. Recorreu-se a uma amostra total de 760 participantes, subdividida numa amostra forense de 250 participantes dos sexos masculino (n = 221) e feminino (n = 29) provenientes dos Centros Educativos do Ministério da Justiça e numa amostra escolar de 510 participantes do sexo masculino (n = 322) e do sexo feminino (n = 188) provenientes de escolas da região da Grande Lisboa. Os resultados das validações dos instrumentos psicométricos de uma forma geral foram considerados de satisfatórios a bons, com excepção do SDQ-SR devido a problemas detectados na estrutura factorial e na consistência interna. Os resultados relativos aos testes das hipóteses indicaram que os jovens da amostra forense possuem características psicológicas e relacionais (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, auto-estima) que permitem diferenciá-los da amostra escolar; os jovens do sexo masculino da amostra forense apresentam valores gerais mais altos de traços VIII psicopáticos e de traços calosos/não-emocionais que as jovens do sexo feminino. Os jovens com traços psicopáticos altos apresentam valores nas variáveis analisadas (e.g., problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, precocidade de envolvimento em actividades criminais, precocidade de envolvimento com o sistema judicial) que permitem diferenciá-los dos jovens com traços psicopáticos baixos. Existe capacidade de previsão de pertença a amostras e a grupos diferentes com base nas variáveis analisadas (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento), e o narcisismo tem uma associação mais forte com a delinquência auto-relatada que a auto-estima aPSICOLOGIA9705 aPSICOPATIA95166 aDELINQUÊNCIA JUVENIL9689 aCOMPORTAMENTO DELINQUENTE95105 aCOMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL96224 aTESE DE DOUTORAMENTO95155 aPORTUGAL9279 9158224a159.9 aPechorrobPedro Fernandes dos Santos4070912751 4727912961aVIEIRAbRui Xavier 47279421549aPOIARESbCarlos Alberto Martins Da Silva  jEST1059 104EST_1059_00000000000000052021-12-1765988915141aDGRSPcDGRSPfDGRSP59881196481kEST1059n2021-12-17o0rMOxoferta