03089 2200289 450000100060000010000410000610100080004720001940005521000250024921500250027422500120029932801430031133020430045460600170249760600300251460600260254460600120257060600240258260600230260660600300262960600210265960600130268067500100269370000370270370200470274085200120278711709 a20190509d2018 y0pory50 ba apor aPercurso dos reclusos em contexto prisionaleprocessos identitários e reinserção socialeum estudo de casofRosa Marlene Cabral Ermidagori. tese Nuno Caetano Lopes de Barros Poiares  aLisboac[s.n.]d2018 a206 f.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação para obtenção de grau de Mestre em Ciências Policiais Especialização em Criminologia e Investigação Criminal aA presente investigação pretende compreender o percurso dos reclusos dentro do estabelecimento prisional, tendo em conta os meios disponíveis, como as actividades ligadas à formação escolar, trabalho e vertente cultural. Com a evolução na história dos estabelecimentos prisionais, reconheceu-se os Direitos Humanos dos reclusos e, desta forma, verifica-se um impulso no processo de reinserção social dos mesmos. Como será retratado mais adiante, um dos direitos concedidos aos reclusos está ligado às ações estruturadas dentro da própria instituição prisional como a educação, a formação profissional e outras actividades desportivas e culturais. Estes instrumentos são concedidos pela Direcção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e portanto, fazem parte de um plano dedicado à reinserção do recluso após o cumprimento da pena de prisão. A finalidade deste plano consiste no acompanhamento e preparação do preso, não só dentro da prisão como também na fase posterior à sua libertação. Para o ano de 2017, segundo o Relatório sobre o Sistema Prisional e Tutelar, o Governo decretou uma “Estratégia plurianual de requalificação e modernização do sistema prisional” -artigo 189.º do OE, passando pelo encerramento de alguns EP’s e a reclassificação de outros, esta última nomeadamente aos Centro Educativos. Contudo e, construído pelo senso comum dos cidadãos, a sociedade espera segurança por parte das prisões, pois albergam os designados criminosos num espaço confinado e distanciado do resto da sociedade. Este aspeto confere sem dúvida um sentimento de ordem pública tão esperado pelos cidadãos. Devido a este distanciamento que existe entre a prisão e a sociedade, o processo de (re) construção o eu do próprio preso torna-se difícil, uma vez que implica a transformação da sua identidade e imagem, colocando de parte o papel por ele exercido anteriormente, assumindo o papel de preso.  aCRIMINOLOGIA aESTABELECIMENTO PRISIONAL aREINSERÇÃO SOCIAL aRECLUSO aRESSOCIALIZAÇÃO aTRABALHO PRISIONAL aFORMAÇÃO PROFISSIONAL aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL a343.9 aERMIDAbRosa Marlene Cabral4070 4727aPOIARESbNuno Caetano Lopes de Barros jEST1028