02201nam a2200289 450000100060000009000100000610000410001610100080005720001290006521000230019421500210021722500120023830001160025033011380036660600200150460600300152460600330155460600230158760600190161060600160162960600270164560600180167270000530169070100340174385200110177799501230178811264 a11264 a20190219d2011 y0pory50 ba apor aPrisão Preventivaemedida de coação ou de punição?fAna Sofia Ribeiro Tavares Ferreiragori. tese Luísa Saavedra a[S.l.cs.n.]d2011 a22 p.d30 cm PDF aEstudos aDissertação de Mestrado Integrado em Psicologia apresentado á Universidade do Minho, Escola de Psicologia aA prisão preventiva é uma medida de coação que, em Portugal, mantem 2303 indivíduos em reclusão apesar de estes ainda não terem sido sujeitos a julgamento. Dada a indefinição do desfecho desta medida pretendeu-se compreender o impacto sentido pelos reclusos e reclusas em prisão preventiva ao nível do seu funcionamento psicológico e comportamental. Para tal, foram realizadas 12 entrevistas semi estruturadas a seis reclusos e seis reclusas que se encontravam pelo menos há seis meses em prisão preventiva. Os dados obtidos foram analisados através da Análise Temática. Foi possível concluir que a prisão preventiva causa um elevado sofrimento psicológico nos reclusos, derivado da incerteza do desfecho da medida de coação e das características da reclusão (muito horas nas celas, impossibilidade de trabalho). Para as mulheres, mais do que para os homens, a separação dos filhos torna este contexto ainda mais sofrido. Por outro lado, verificamos que estes reclusos estiveram sujeitos a um conjunto de violência física e/ou psicológica desde o momento em que foram detidos aPSICOLOGIA9705 aPRISÃO PREVENTIVA91638 aMEDIDAS DE COACÇÃO99391 aRECLUSÃO9104369 aPRISÃO95106 aDOR9104326 aTESE DE MESTRADO95079 aPORTUGAL9279 aFerreirabAna Sofia Ribeiro Tavares4070 912224 aSAAVEDRAbLuísa4727916526 jEST995 104EST_995_00000000000000052021-12-1764569914517aDGRSPcDGRSPfDGRSP45691127275kEST995n2021-12-17o0rMOxoferta