03921nam a2200313 450000100060000009000100000610000410001610100080005720001220006521000230018721500330021022500120024330001210025533027760037660600200315260600250317260600220319760600270321960600400324660600190328660600170330560600310332260600270335360600180338070000460339870100290344485200110347399501230348411262 a11262 a20190219d2015 y0pory50 ba apor aOs Técnicos superiores de reeducação e o trabalho prisionalfAna Cláudia Serra Araújogori.tese Teresa Mora a[S.l.cs.n.]d2015 aXI, 83 p.cil.d30 cm em PDF aEstudos aMestrado em Crime, Diferença e Desigualdade apresentado á Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais aEsta investigação integra-se no mestrado de Crime, Diferença e Desigualdade, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e tem como objetivo deslindar as dificuldades associadas à prática dos Técnicos Superiores de Reeducação, nos Estabelecimentosprisionais, junto da população reclusa. O papel dos Técnicos Superiores de Reeducação assenta, primordialmente, no acolhimento do recluso, na elaboração ou dinamização de programas psicossociais e no acompanhamento do recluso durante o cumprimento da pena. Devem ainda prestar assessoria ao tribunal de execução de penas, assim como apoiar a direção do estabelecimento prisional no plano de tratamento do recluso, seja no que concerne à colocação laboral, frequência de cursos escolares e/ou de formação profissional, seja na aplicação de sanções disciplinares e alteração do regime de cumprimento de pena do recluso, sempre que se mostrar necessário. Embora o papel do técnico superior de reeducação esteja bem definido e previsto legalmente, este estudo dedicou-se a compreender até que ponto os objetivos esperados são alcançados, tendo em conta as condições das prisões e a sua sobrelotação, pretendendo-se assim perceber se o papel é executado com sucesso. Para além disso, também houve interesse por parte desta investigação em perceber se os técnicos gostariam de aplicar novas técnicas de intervenção e de reeducação e que técnicas seriam.Este estudo revelou que, apesar da sobrelotação das prisões e da falta de técnicos superiores de reeducação para acompanharem mais de perto os reclusos, as atividades mínimas, exigidas por lei, são todas executadas. No entanto, a maior parte dos técnicos efetivamente refere que as atividades aplicadas não são as mais adequadas ao grupo de reclusos, nem são suficientes. Acreditam que se existissem mais técnicos, seria muito mais simples o acompanhamento e a criação de programas direcionados para as principais necessidades dos reclusos. Com os resultados obtidos é possível depreender que o ideal seria toda uma restruturação do tratamento penitenciário, já que o que se encontra descrito na lei nem sempre é possível de se colocar em prática. Para além disso, o papel do técnico deveria ser revisto,fazendo com que as funções do mesmo fossem ainda mais ao encontro das necessidades do seu trabalho, sendo que, no entanto, o mesmo, autonomamente não pode realizar tais mudanças. Estas facilitariam, em muito, a intervenção dos técnicos, efetivando de maneira mais notória o papel reeducador dos mesmos, preparando os reclusos para a reinserção e a reentrada na sociedade aSOCIOLOGIA9558 aREEDUCAÇÃO94879 aEDUCAÇÃO9781 aSERVIÇO SOCIAL91183 aTÉCNICO DE REEDUCAÇÃO9103212 aPRISÃO95106 aRECLUSO9550 aREINSERÇÃO SOCIAL9693 aTESE DE MESTRADO95079 aPORTUGAL9279 aAraújobAna Cláudia Serra4070912221 aMorabTeresa4727912222 jEST994 104EST_994_00000000000000052021-12-1764570914515aDGRSPcDGRSPfDGRSP45701127146kEST994n2021-12-17o0rMOxoferta