03162nam a2200301 450000100060000009000100000610000410001610100080005720001300006521000230019521500280021822500120024630001510025833020120040960600200242160600190244160600310246060600250249160600380251660600220255460600270257660600180260360600170262170000550263870100330269385200110272699501230273711261 a11261 a20190219d2011 y0pory50 ba apor aO Sentido das prisõesefunções e impactos da reclusãofLuís Miguel Calheiros Cruz Sampaiogori. tese Helena Machado a[S.l.cs.n.]d2011 aV, 142 p.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação de Mestrado em Sociologia das Organizaçõese do Trabalho apresentado á Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais aAo pôr em confronto a dialéctica - prisão como factor punitivo ou,cumulativamente, contribuinte para a reinserção social do indivíduo - esta investigação vem criar tensões que auxiliará a recolocarão da sua função na ordem. A investigação decorre em duas fases: uma que problematiza a dualidade ideológica em confronto e, outra, que, através da análise e interpretação de entrevistas a reclusos e outros actores próximos da reclusão, permitirá analisar os impactos da reclusão e, assim, trocar outros olhares sobre essa dialéctica. O objectivo foi construir e desconstruir discursos institucionalizados e/ou teóricos sobre o sentido da prisão através do seu confronto com representações de actores que encarnam ou vivem a situação de reclusão. Uma vez que o objectivo de internamento visa qualquer uma das funções em debate, importa perceber as respostas que a prisão nos transmite, através dos discursos dos sujeitos e analisar se, de facto, ela responde aos objectivos para o qual ela foi criada. Todavia, interrogamo-nos, é possível reabilitar – punindo? Ou será que a prisão, no sentido foucaulteano, transforma o indivíduo num corpo dócil ou, ainda, se a prisão, como dizia um recluso que entrevistamos, “serve mais para destruir…destruir…destruir”? (Bernardo, 65 anos). Sintetizando: Qual o sentido das prisões? Pela análise dos discursos dos entrevistados perguntamo-nos: o objectivo que o poder anuncia acerca da prisão e que declara a reconstrução identitária do indivíduo aquando da sua passagem pela prisão não transforma o próprio discurso do recluso sobre os efeitos da sua estadia por lá? Neste momento o que se sabe é que reclusos declaram um sentido de reabilitação. Assim, embora afirmem a falta de sentido da prisão mostram corpos docilizados para a vida em liberdade. A sociedade há-de os aceitar. Vão dizendo, contudo, existir uma rejeição silenciosa. aSOCIOLOGIA9558 aPRISÃO95106 aREINSERÇÃO SOCIAL9693 aPUN IÇÃO9106360 aORGANIZAÇÃO PRISIONAL9102733 aCRIME SEXUAL9511 aTESE DE MESTRADO95079 aPORTUGAL9279 aCRIME 94988 aSampaiobLuís Miguel Calheiros Cruz4070 912220 aMACHADObHelena47279326154 jEST991 104EST_991_00000000000000052021-12-1764573914514aDGRSPcDGRSPfDGRSP45731127081kEST991n2021-12-17o0rMOxoferta