03150nam a2200289 450000100060000009000100000610000410001610100080005720001540006521000250021921500240024422500120026830003200028033018410060060600330244160600240247460600250249860600320252360600170255560600310257260600270260360600180263070000490264870100290269785200110272699501230273711249 a11249 a20190205d2009 y0pory50 ba apor aDiscursos de Reclusosereincidência, reeducação e perspectivas de integração socialfFilomena Maria de Sousa e Silvagori.tese Tiago Neves  a[S.l.cs.n.]d[2009] a77 p.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação apresentada na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação, Especialização em Estudos de Desenvolvimento em Ciências Sociais e Educacionais: Perspectivas Europeias sobre a Inclusão Social aDurante os setenta e cinco dias (em 1997) em que permaneci detida nas prisões de Custóias e Tires, fiquei com a ideia de que o tempo de reclusão se revela vazio de sentido, enclausurado que está num terreno inóspito, onde não há lugar nem espaço à agência nem sinais de projectos de vida que motivem os reclusos, a não ser o peso do interminável desfiar das horas. Regresso, desta vez no papel de investigadora, para tentar perceber os motivos que levam uma pessoa a reincidir no crime, depois de já ter passado pela experiência de viver naquele espaço “fora da rede” e ter sentido os efeitos da exclusão no retorno à vida em sociedade. Através dos discursos dos profissionais da cadeia e dos próprios reclusos, tento compreender, por um lado, o trabalho penitenciário relativo ao tratamento e reeducação dos prisioneiros e, por outro, conhecer os percursos dos detidos, as suas dificuldades em anteriores regressos à vida em liberdade, o seu dia-a-dia no espaço prisional, a sua relação com outros e, também, as suas expectativas perante a hora da libertação. Depois de fazer uma resenha sobre o tratamento dos reclusos e o controlo social das populações desde as sociedades pré-modernas até aos nossos dias e de me deter brevemente na legislação portuguesa que mais tem contribuído para a orientação dos serviços prisionais quanto à promoção da reinserção social dos reclusos e à prevenção da reincidência criminal, teço algumas considerações sobre as características da população reclusa, o seu tratamento dentro da prisão e a desarticulação entre os serviços prisionais e o trabalho de reinserção social efectivo, ou seja, aquele que visa a integração na sociedade a partir do momento da libertação.  aDIREITO PENITENCIÁRIO9549 aREINCIDÊNCIA9741 aREEDUCAÇÃO94879 aINTEGRAÇÃO SOCIAL95916 aRECLUSO9550 aTRATAMENTO PRISIONAL95426 aTESE DE MESTRADO95079 aPORTUGAL9279 aSilvabFilomena Maria de Sousa e4070912201 aNevesbTiago4727912202 jEST980 104EST_980_00000000000000052021-12-1764449914500aDGRSPcDGRSPfDGRSP44491126313kEST980n2021-12-17o0rMOxoferta