02065nam a2200241 450000100060000010000410000610100080004720001360005521000260019121500300021722500120024730001710025933011840043060600130161460600420162760600100166960600150167960600210169460600130171570000520172870100320178085200110181211140 a20181108d2016 y0pory50 ba apor aDispositivos espaciais de puniçãoeas cadeias do Estado NovofSusana Patrícia Almeida Pereiragori.tese Gonçalo Canto Moniz aCoimbrac[s.n.]d2016 a187 p.cil.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura, apresentada ao Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. aEsta dissertação realiza um estudo sobre a arquitectura das Prisões Políticas do Estado Novo e o seu impacto tanto na resistência ao Salazarismo como na sociedade democráticacontemporânea. Pretende-se, assim, reflectir sobre o espaço prisional como dispositivo arquitectónico de exercício de controlo, punição e vigilância.A investigação tem como ponto de partida a análise de documentos publicados pela Comissão das Construções Prisionais, como o folheto “Construções Prisionais” de 1948 e o relatório publicado na Revista Arquitectos em 1938, para informar a pesquisa de campo sobre os casos de estudo seleccionados, nomeadamente a Prisão de Caxias, o Forte Prisão de Peniche e a Cadeia Comarcã de Cantanhede.A análise crítica dos espaços prisionais relaciona a sua vivência durante o período do Estado Novo com a sua transformação funcional e espacial no quadro da sociedade democrática. Neste sentido, pretende-se contribuir para a actual reflexão sobre o destino destes espaços, que são parte da memória colectiva, e que enfrentam processos de reutilização, adaptação ou musealização. aPRISÃO aARQUITECTURA DE SERVIÇOS PÚBLICOS aMUSEU aHISTÓRIA aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL aPereirabSusana Patrícia Almeidaf1988-4070 aMonizbGonçalo Canto4727 jEST931