03460nam a2200277 450000100060000010000410000610100080004720002040005521000230025921500340028222500120031630001590032833023980048760600240288560600270290960600300293660600380296660600260300460600210303060600170305160600210306860600130308970000290310270100400313185200110317111132 a20181102d2018 y0pory50 ba apor aDo controlo à Liberdadeeestudo sobre as expectativas dos jovens internados em Centro Educativo sobre a sua reinserção na sociedadefIsabel Taveira Vazgori. tese Vera Mónica da Silva Duarte  aMaiac[s.n.]d2018 aVII, 87 f.cil.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação de Mestrado em Criminologia Especialidade em Polícia, Prevenção e Segurança apresentado ao Instituto Universitário da Maia ISMAI aOs estudos nacionais sobre a reinserção social de jovens infractores e sobre a sua reincidência em atos ilícitos são ainda escassos. É aqui que esta dissertação ganha força e pertinência ao debruçar-se sobre o tema da reinserção social dos jovens que cumprem medida de internamento em Centro Educativo (CE), com o objetivo de perceber as expectativas dos jovens sobre a sua reinserção social. Utilizou-se uma metodologia qualitativa e a leitura dos dados foi feita a partir de uma lente interpretativa/construtivista da realidade, que nos permite perceber como é que os jovens a interpretam e lhe dão significado. A investigação desenvolveu-se num CE masculino. Foram analisados 24 processos tutelares educativos e realizadas 19 entrevistas. A análise de conteúdo realizada permitiu caracterizar os jovens internados em CE, perceber como é que eles percecionam a forma como esta instituição os prepara para saída, compreender como é que eles veem a sua saída do CE, e quais são as principais dificuldades e facilidades que identificam no seu processo de reintegração social. As principais conclusões deste estudo mostram-nos que, a par da investigação nacional e internacional que tem sido feita sobre as trajetórias de vida de jovens delinquentes, o percurso destes jovens é caracterizado por vários fatores de risco encontrados no contexto familiar e nas práticas parentais; nos delitos e medidas anteriores; nos percursos escolares; na relação com os grupos de pares; na gestão dos tempos livres; na personalidade, comportamentos e nas atitudes e orientações. Relativamente à preparação para a saída, os jovens falam das aprendizagens e das competências que adquirem no CE e que consideram ser úteis para o seu futuro, vendo o cumprimento da medida como algo importante para não reincidirem. As expectativas futuras passam principalmente por arranjar trabalho e desenvolver a formação escolar e/ou profissional, mas apresentam algumas dificuldades em perceber o que vai ser mais fácil ou mais difícil quando regressarem ao seu ambiente. Se “o voltar a ser livre” parece dominar os discursos, quando falam do que será mais fácil referem a integração na família, já quando falam das dificuldades apontam o abandono dos grupos de pares e dos comportamentos antissociais.  aDIREITO DOS MENORES aDELINQUÊNCIA JUVENIL aINTERVENÇÃO EDUCATIVA aINTERVENÇÃO TUTELAR EDUCATIVA aREINSERÇÃO SOCIAL aCENTRO EDUCATIVO aCRIMINOLOGIA aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL aVazbIsabel Taveira4070 aDuartebVera Mónica da Silva4727 jEST926