02622 2200289 450000100060000010000410000610100080004720001590005521000490021421500180026322500130028132801290029433016710042360600150209460600150210960600220212460600340214660600150218060600100219560600110220560600210221660600130223767500080225070000320225870200310229085200110232110899 a20180709d2017 y0pory50 ba apor aAutolesão, suicídio e género em contexto prisionalea perspetiva dos profissionais prisionaisfRaquel Santos Ribeirogori. tese Manuela Ivone Cunha  aBRAGAcInstituto de Ciências Sociaisd2017 a139 f.d30 cm aEstudos  aDissertação de mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade pela Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais a Os estudos existentes sobre os fenómenos de autolesão e (tentativas de) suicídio centram-se na exposição dos fatores de risco que o contexto prisional representa na vida do indivíduo e na forma como estes influenciam e potenciam estas práticas, sendo que tais estudos procuram definir padrões/ perfis de reclusos possivelmente suicidários. O objetivo desta dissertação é de outra natureza. Procurou-se compreender de que forma vários profissionais prisionais (desde Guardas Prisionais, Técnicos Superiores de Reeducação e membros do corpo clínico) percecionam e lidam com estes comportamentos (autolesivos/suicidários) e se o fazem de forma diferenciada consoante o género de pessoas recluídas. Para isso, no total foram realizadas 23 entrevistas junto de profissionais ao serviço do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo (masculino) e do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo (feminino). No que concerne aos resultados e tendo por base o discurso dos profissionais, constata-se algumas tendências. Encontramos profissionais com discursos ainda assentes em ideias de senso comum e enraizadas socialmente, como “quem se quer suicidar não diz que o vai fazer”. Mas acima de tudo, ainda encontramos no coletivo de todos os profissionais entrevistados (e com outros com os quais apenas existiu a oportunidade de estabelecer conversas informais), a ideia de que quem comete violência autodirigida, nomeadamente a autolesão, o faz com um propósito essencialmente instrumental, o qual passa por chamar atenção e/ou para a obtenção de algo, seja o indivíduo recluído homem ou mulher. aSOCIOLOGIA aSUICÍDIO aAUTOMUTILAÇÃO aCOMPORTAMENTO AUTO-DESTRUTIVO aRECLUSÃO aPRESO aCRIME  aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL a316 aRIBEIRObRaquel Santos4070 aCUNHAbManuela Ivone P. da jEST916