Processos identitários e delinquência dos jovens em contextos de exclusão : desvalorização pessoal, privação relativa e percepções de injustiça / Maria de Fátima da Costa Coelho
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2010 Descrição física: 462 p. : il.; 30 cm (digitalizada)Coleção: EstudosAssunto: 1183 | 469 | 5096 | 689 | 690 | 102475 | 5155 | 279 | 225033Localização e Cota : EST852 Resumo: A influência dos laços sociais e das aprendizagens colectivas em contextos sociocomunitários vulneráveis nos processos identitários de jovens com percursos delinquentes constitui o objecto de investigação. Tendo como referências principais a teoria do vínculo social de Hirschi (1969) e a teoria da vulnerabilidade societal de Walgrave (1992), procurou-se confirmar a hipótese de que o desenvolvimento de percursos delinquentes pelos jovens de contextos socio-comunitários vulneráveis encontra-se associado a uma opção identitária anti-convencional, construída a partir de experiências sociais sucessivas percebidas como injustas e auto-desvalorizantes, em simultâneo com aprendizagens colectivas desfavoráveis ao reconhecimento da autoridade legal. Sendo de grande actualidade a discussão sobre a existência de uma delinquência grave territorializada, radicada em zonas urbanas desfavorecidas, considerou-se de relevo estudar a configuração da delinquência dos jovens de contextos comunitários socialmente desfavorecidos.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST852 (Browse shelf) | 8006 | Available | DGRSP80061036353 |
Dissertação para obtenção do grau de doutor em Serviço Social pela Universidade Católica Portuguesa - Faculdade de Ciências Humanas
A influência dos laços sociais e das aprendizagens colectivas em contextos sociocomunitários vulneráveis nos processos identitários de jovens com percursos delinquentes constitui o objecto de investigação. Tendo como referências principais a teoria do vínculo social de Hirschi (1969) e a teoria da vulnerabilidade societal de Walgrave (1992), procurou-se confirmar a hipótese de que o desenvolvimento de percursos delinquentes pelos jovens de contextos socio-comunitários vulneráveis encontra-se associado a uma opção identitária anti-convencional, construída a partir de experiências sociais sucessivas percebidas como injustas e auto-desvalorizantes, em simultâneo com aprendizagens colectivas desfavoráveis ao reconhecimento da autoridade legal. Sendo de grande actualidade a discussão sobre a existência de uma delinquência grave territorializada, radicada em zonas urbanas desfavorecidas, considerou-se de relevo estudar a configuração da delinquência dos jovens de contextos comunitários socialmente desfavorecidos.
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