O impacto da pandemia COVID -19 nas prisões portuguesas. / Ana Margarida Sousa Moreira ; ori. tese Fernando Conde Monteiro, Rui Abrunhosa Gonçalves
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: Braga : Escola de Direito, 2023Descrição física: 104 p. : PDF; 30 cmColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Dissertação de Mestrado em Ciências Criminais Vertente de Criminologia Assunto: 704 | 46137 | 5106 | 551 | 5079 | 279CDU: 342.7 Localização e Cota : EST1349 Resumo: Contexto: A pandemia COVID-19 rapidamente se espalhou pelo mundo todo durante o primeiro semestre do ano 2020. Com base nos sintomas e fatores de risco, alguns grupos específicos mereceram mais atenção que outros. Em prol desta afirmação, as prisões afiguram ser instituições de caráter debilitado em face às adversidades vividas. Objetivo: O objetivo pauta-se pela compreensão e vivências de pessoas que foram forçadas a trabalhar e abandonar suas residências e famílias, numa altura em que toda a população mundial organizava confinamentos evitando todos os contactos que podiam ser evitados. As quatro paredes das prisões, associadas às doenças e condições propícias encontradas dentro deste estabelecimento, são propícias à propagação do vírus. Com base nisso, vários organismos internacionais e nacionais se uniram com orientações para tal. Método: Entrevistas de cariz qualitativa e quantitativo organizada com guião, de forma a perceber as características demográficas de uma amostra da população de guardas prisionais de Paços de Ferreira e a experiência dentro das prisões durante a pandemia vivida, de forma a comparar com estudos longitudinais organizados noutras instituições. Resultados: Os resultados apresentam que a vida dentro das prisões foi esquecida durante a pandemia, não atingindo a magnitude de atenção que seria de prever visto ser uma população de risco. A falta de guardas prisionais foi acentuada durante esta época, queixas anteriores já tinham sido evocadas, no entanto com as baixas derivadas do vírus, está falta foi exacerbada. Conclusão: Esta área sofre de uma carência extrema de estudos, por múltiplas fontes, quer a nível da pandemia COVID-19 ser recente e poucos estudos foram desenvolvidos nesse sentido; assim como a escassez de estudos sobre guardas prisionais. Apesar de pioneiro e de apresentar algumas limitações, este estudo apresenta uma visão inovadora e que permite retirar conclusões suficientes| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1349 (Browse shelf) | 9898 | Available | DGRSP9898 |
Dissertação de Mestrado em Ciências Criminais Vertente de Criminologia
Contexto: A pandemia COVID-19 rapidamente se espalhou pelo mundo todo durante o primeiro
semestre do ano 2020. Com base nos sintomas e fatores de risco, alguns grupos específicos
mereceram mais atenção que outros. Em prol desta afirmação, as prisões afiguram ser instituições de
caráter debilitado em face às adversidades vividas. Objetivo: O objetivo pauta-se pela compreensão e
vivências de pessoas que foram forçadas a trabalhar e abandonar suas residências e famílias, numa
altura em que toda a população mundial organizava confinamentos evitando todos os contactos que
podiam ser evitados. As quatro paredes das prisões, associadas às doenças e condições propícias
encontradas dentro deste estabelecimento, são propícias à propagação do vírus. Com base nisso,
vários organismos internacionais e nacionais se uniram com orientações para tal. Método: Entrevistas
de cariz qualitativa e quantitativo organizada com guião, de forma a perceber as características
demográficas de uma amostra da população de guardas prisionais de Paços de Ferreira e a experiência
dentro das prisões durante a pandemia vivida, de forma a comparar com estudos longitudinais
organizados noutras instituições. Resultados: Os resultados apresentam que a vida dentro das prisões
foi esquecida durante a pandemia, não atingindo a magnitude de atenção que seria de prever visto ser
uma população de risco. A falta de guardas prisionais foi acentuada durante esta época, queixas
anteriores já tinham sido evocadas, no entanto com as baixas derivadas do vírus, está falta foi
exacerbada. Conclusão: Esta área sofre de uma carência extrema de estudos, por múltiplas fontes,
quer a nível da pandemia COVID-19 ser recente e poucos estudos foram desenvolvidos nesse sentido;
assim como a escassez de estudos sobre guardas prisionais. Apesar de pioneiro e de apresentar
algumas limitações, este estudo apresenta uma visão inovadora e que permite retirar conclusões
suficientes
There are no comments for this item.