Adaptação à prisão e autocontrolo das mulheres recluídas / Inês Ferreira e Silva ; ori. tese Rui Abrunhosa Gonçalves
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: Braga : Escola de Psicologia, 2022Descrição física: 33 p. : PDF; 30 cmColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Dissertação de Mestrado Mestrado Integrado em PsicologiaAssunto: 705 | 6370 | 104576 | 106673 | 4988 | 5079 | 279CDU: 159.9 Localização e Cota : EST1338 Resumo: O estudo da adaptação à prisão da população reclusa feminina, tem vindo a crescer nos últimos anos, tendo-se verificado igualmente um aumento desta população, aumento este que também se verifica em Portugal. A adaptação à prisão varia de indivíduo para indivíduo e apresenta uma índole alterável, sendo assim um processo complexo ao nível psicológico. O autocontrolo é a capacidade para não cedermos aos nossos impulsos e seguirmos as normas socias, sendo imprescindível para o comportamento e para o funcionamento social. Este estudo pretendeu avaliar a adaptação à prisão das mulheres recluídas no E.P. de St. ª Cruz do Bispo - Feminino, através do Prison Adjustment Index (PAI), assim como avaliar o autocontrolo das reclusas, através da Escala Breve de Autocontrolo (BSCS). Pretendeu, ainda, analisar a relação entre a adaptação e o autocontrolo, a relação entre a adaptação e caraterísticas sociodemográficas e jurídico-penais, e por fim analisar a relação entre o autocontrolo e o crime. O estudo foi realizado com 79 reclusas do E.P. de St. ª Cruz do Bispo – Feminino. Os resultados revelaram uma associação entre a adaptação à prisão e as infrações cometidas, tendo as reclusas mal-adaptadas apresentado uma maior média de infrações.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1338 (Browse shelf) | 9887 | Available | DGRSP9887 |
Dissertação de Mestrado Mestrado Integrado em Psicologia
O estudo da adaptação à prisão da população reclusa feminina, tem vindo a crescer nos últimos anos,
tendo-se verificado igualmente um aumento desta população, aumento este que também se verifica em
Portugal. A adaptação à prisão varia de indivíduo para indivíduo e apresenta uma índole alterável, sendo
assim um processo complexo ao nível psicológico. O autocontrolo é a capacidade para não cedermos
aos nossos impulsos e seguirmos as normas socias, sendo imprescindível para o comportamento e para
o funcionamento social. Este estudo pretendeu avaliar a adaptação à prisão das mulheres recluídas no
E.P. de St. ª Cruz do Bispo - Feminino, através do Prison Adjustment Index (PAI), assim como avaliar o
autocontrolo das reclusas, através da Escala Breve de Autocontrolo (BSCS). Pretendeu, ainda, analisar a
relação entre a adaptação e o autocontrolo, a relação entre a adaptação e caraterísticas
sociodemográficas e jurídico-penais, e por fim analisar a relação entre o autocontrolo e o crime. O estudo
foi realizado com 79 reclusas do E.P. de St. ª Cruz do Bispo – Feminino. Os resultados revelaram uma
associação entre a adaptação à prisão e as infrações cometidas, tendo as reclusas mal-adaptadas
apresentado uma maior média de infrações.
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