Em torno do imaginário de prisão / Rita Sá Lemos de Macedo Duarte ; ori. tese Manuel Mendes
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: Porto : Faculdade de Arquitectura, 2018Descrição física: 120 f.; 30 cm em PDFColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Dissertação de Mestrado Integrado em ArquitecturaAssunto: 4144 | 422133 | 6471 | 5079 | 279CDU: 7 Localização e Cota : EST1327 Resumo: Actualmente há mais de 10.35 milhões de pessoas detidas em instituições penais por todo o mundo, quer preventivamente quer em cumprimento de uma sentença. Neste paradigma a arquitectura desempenha um papel inquestionável dentro dos sistemas prisionais, moldando e controlando a vida dos reclusos vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. No entanto, o resultado formal dos dispositivos prisionais, baseado em estratégias de contenção e controlo, não favorece a dissuasão e impede os processos de reabilitação. Como prática a arquitectura pode, simultaneamente, ser mecanismo de desconstrução da orientação disciplinar e opressora da prisão e ser agente da urgente reavaliação da função desta tipologia. Esta dissertação reúne um conjunto de observações que têm a prisão como centro, movendo-se em torno de estratégias e ajustamentos que possam potenciar novas perspectivas de desenho e gestão.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1327 (Browse shelf) | 9847 | Available | DGRSP9847 |
Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura
Actualmente há mais de 10.35 milhões de pessoas detidas em instituições penais por todo o mundo, quer preventivamente quer em cumprimento de uma sentença. Neste paradigma a arquitectura desempenha um papel inquestionável dentro dos sistemas prisionais, moldando e controlando a vida dos reclusos vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. No entanto, o resultado formal dos dispositivos prisionais, baseado em estratégias de contenção e controlo, não favorece a dissuasão e impede os processos de reabilitação. Como prática a arquitectura pode, simultaneamente, ser mecanismo de desconstrução da orientação disciplinar e opressora da prisão e ser agente da urgente reavaliação da função desta tipologia. Esta dissertação reúne um conjunto de observações que têm a prisão como centro, movendo-se em torno de estratégias e ajustamentos que possam potenciar novas perspectivas de desenho e gestão.
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