Fugir das cadeias da pide : a fuga de Hermínio da Palma Inácio da prisão do Aljube / Luís Farinha
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: [S.l. : s. n.], 2024Descrição física: 32 p.; 30 cmAssunto: 410863 | 4635 | 5106 | 305628 | 6587 | 103392 | 5079CDU: 343.8 Localização e Cota : 343.8FAR Resumo: Hermínio da Palma Inácio experimentou, por mais de um quarto de século, uma vida atravessada por múltiplas dimensões conflituais. Oriundo de uma família algarvia pobre, ergueu-se à condição de sargento mecânico da Força Aérea e ligou-se, nessa instituição, a altas patentes das Forças Armadas que, a seguir à II Guerra Mundial, se rebelaram contra o Estado ditatorial fascista, depois de terem visto recusada uma transição pacífica pelo regime. Aliciado para um ato de sabotagem na “Abrilada de 1947”, foi preso por crime contra a segurança do Estado. Estando recluso, conseguiu fugir de uma prisão política e expatriar-se, agravando assim a sua condição de arguido. Daí em diante, nunca mais pôde regressar, a não ser que se sujeitasse a prisão, como de facto aconteceu por duas vezes| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | 343.8FAR (Browse shelf) | 9761 | Available | DGRSP9761 |
Hermínio da Palma Inácio experimentou, por mais de
um quarto de século, uma vida atravessada por múltiplas
dimensões conflituais. Oriundo de uma família algarvia pobre, ergueu-se à condição de sargento mecânico da Força
Aérea e ligou-se, nessa instituição, a altas patentes das Forças Armadas que, a seguir à II Guerra Mundial, se rebelaram
contra o Estado ditatorial fascista, depois de terem visto recusada uma transição pacífica pelo regime. Aliciado para um
ato de sabotagem na “Abrilada de 1947”, foi preso por crime
contra a segurança do Estado. Estando recluso, conseguiu
fugir de uma prisão política e expatriar-se, agravando assim
a sua condição de arguido. Daí em diante, nunca mais pôde
regressar, a não ser que se sujeitasse a prisão, como de facto
aconteceu por duas vezes
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