Prata da Casa : espaços suspensos, tempos intersticiais e atividades socioculturais na prisão / Daniel Martins Pinheiro Maciel, Manuela Ivone Cunha
In: Configurações: Revista de Sociologia. [Braga]. 20 (2017) , p. 59-73Idioma: Português.País: Portugal.ISSN: 1646-5075Assunto: DIREITO PENITENCIÁRIO | EXECUÇÃO DA PENA | ANIMAÇÃO SÓCIO-CULTURAL | PRISÃO | RECLUSO | PORTUGAL CDU: 343.8 Localização e Cota : 343.8MAC Resumo: A dinamização do sector sociocultural é atualmente uma parte integrante da gestão das prisões portuguesas. Neste contexto, reclusos são incentivados a participar ativamente, fazendo uso das suas competências sociais e artísticas, e beneficiando de alívios na pressão disciplinar da prisão. Frequentadores destes “espaços suspensos” onde se organizam atividades lúdicas e artísticas, alguns reclusos tornam-se “prata da casa”, simultaneamente imagem pública da prisão e beneficiários de uma relação próxima com os técnicos. Propomos aqui a análise desta posição ambígua e das formas como a “prata da casa” nos permitem pensar sobre esta modalidade penal em que os reclusos assumem uma parte da administração da sua própria pena.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | 343.8MAC (Browse shelf) | 9369 | Available | DGRSP9369 |
A dinamização do sector sociocultural é atualmente uma parte integrante da gestão das prisões portuguesas. Neste contexto, reclusos são incentivados a participar ativamente, fazendo uso das suas competências sociais e artísticas, e beneficiando de alívios na pressão disciplinar da prisão. Frequentadores destes “espaços suspensos” onde se organizam atividades lúdicas e artísticas, alguns reclusos tornam-se “prata da casa”, simultaneamente imagem pública da prisão e beneficiários de uma relação próxima com os técnicos. Propomos aqui a análise desta posição ambígua e das formas como a “prata da casa” nos permitem pensar sobre esta modalidade penal em que os reclusos assumem uma parte da administração da sua própria pena.
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