Bem-vindos à Fábrica das Frustrações! : a (anti) linguagem prisional / José Eduardo Lopes Gonçalves
In: Configurações: Revista de Sociologia. [Braga]. 21 (2018) , p. 28-42Idioma: Português.País: Portugal.ISSN: 1646-5075Assunto: EXECUÇÃO DA PENA | PRISÃO | PESQUISA DOCUMENTAL | POESIA | RECLUSO | PORTUGAL CDU: 343.8 Localização e Cota : 343.8GOM Resumo: Este artigo explora os poemas de pessoas em reclusão do ponto de vista da pesquisa poética. Neste sentido, com base nos poemas-testemunho recolhidos nas prisões de Coimbra (EPC) e de Santa Cruz do Bispo Feminino (EPSCBF), procurar-se-á demonstrar as potencialidades da pesquisa poética para o estudo das realidades prisionais, através da análise crítica dos textos. Para tal, partimos dos princípios de que o poema é um rizoma e que o/a poeta é um/a artesão/ã da língua(gem), com o intuito de evidenciar que os poemas- -testemunho são uma ferramenta produtiva para a desconstrução do discurso prisional| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | 343.8GOM (Browse shelf) | 9365 | Available | DGRSP9365 |
Este artigo explora os poemas de pessoas em reclusão do ponto de vista da pesquisa poética. Neste sentido, com base nos poemas-testemunho recolhidos nas prisões de Coimbra (EPC) e de Santa Cruz do Bispo Feminino (EPSCBF), procurar-se-á demonstrar as potencialidades da pesquisa poética para o estudo das realidades prisionais, através da análise crítica dos textos. Para tal, partimos dos princípios de que o poema é um rizoma e que o/a poeta é um/a artesão/ã da língua(gem), com o intuito de evidenciar que os poemas- -testemunho são uma ferramenta produtiva para a desconstrução do discurso prisional
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