O estigma na vida pessoal do guarda prisional / Ana Pereira Roseira
In: Configurações: Revista de Sociologia. [Braga]. 20 (2017) , p. 93-108Idioma: Português.País: Portugal.ISSN: 1646-5075Nota de conteúdo: Assunto: DIREITO PENITENCIÁRIO | PRISÃO | GUARDA PRISIONAL | ESTIGMA | INSTITUCIONALIZAÇÃO CDU: 343.24 Localização e Cota : 343.24ROS Resumo: A escassez de estudos sobre guardas prisionais, reforçada pela sua fraca visibilidade, prende-se com uma forte tradição deste campo em cingir a análise a dinâmicas institucionais internas, colocando o foco apenas dentro de muros. Novas perspetivas vêm abalando esse fechamento e permitindo uma progressiva articulação com domínios exteriores à prisão. Uma vez que o problema do estigma é transversal neste universo, propõe-se um percurso em que este é transportado para fora do ambiente laboral dos indivíduos, contaminando a esfera familiar e da intimidade e reforçando a importância das redes de efeitos que esta instituição vai tecendo muito para além do quotidiano dos reclusos, ainda que sejam estes o centro de qualquer perspetiva crítica sobre a reclusão.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | 343.24 (Browse shelf) | 9339 | Available | DGRSP9339 |
https://journals.openedition.org/configuracoes/2833
A escassez de estudos sobre guardas prisionais, reforçada pela sua fraca visibilidade, prende-se com uma forte tradição deste campo em cingir a análise a dinâmicas institucionais internas, colocando o foco apenas dentro de muros. Novas perspetivas vêm abalando esse fechamento e permitindo uma progressiva articulação com domínios exteriores à prisão. Uma vez que o problema do estigma é transversal neste universo, propõe-se um percurso em que este é transportado para fora do ambiente laboral dos indivíduos, contaminando a esfera familiar e da intimidade e reforçando a importância das redes de efeitos que esta instituição vai tecendo muito para além do quotidiano dos reclusos, ainda que sejam estes o centro de qualquer perspetiva crítica sobre a reclusão.
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