O papel da vergonha e da culpa na postura dos jovens perante a institucionalização / Brenda Barros
In: Sombras e Luzes-Revista da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. Lisboa. Nº 9 (2023) , p. 9-29Idioma: Português.País: Portugal.Assunto: PSICOLOGIA | JUSTIÇA JUVENIL | JOVEM INSTITUCIONALIZADO | CRIMINALIDADE JUVENIL | REINCIDÊNCIA | CULPA CDU: 159.9 Localização e Cota : PP458 Resumo: Compreendendo o aumento da criminalidade juvenil e as consequências associadas, como a reincidência durante o percurso de vida adulta, identificar aspetos que poderão moderar a ascensão no meio do crime é cada vez mais importante. Este estudo desdobrou‐se nas motivações subsequentes das emoções de vergonha e culpa experienciadas pelos jovens institucionalizados num Centro Educativo. Os relatos dos jovens institucionalizados revelaram presença paralela da culpa e de uma boa postura perante a institucionalização; existência da experienciação de vergonha e má postura perante institucionalização; que ambas as emoções não são exclusivas, isto é, podem ser vivenciadas simultaneamente, mas que a simples presença de culpa poderá ditar uma boa postura perante institucionalização.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | PP458 (Browse shelf) | PP458 | Available | DGRSPPP458-50 |
Compreendendo o aumento da criminalidade juvenil e as consequências associadas, como a reincidência durante o percurso de vida adulta, identificar aspetos que poderão moderar a ascensão no meio do crime é cada vez mais importante. Este estudo desdobrou‐se nas motivações subsequentes das emoções de vergonha e culpa experienciadas pelos jovens
institucionalizados num Centro Educativo.
Os relatos dos jovens institucionalizados revelaram presença paralela da culpa e de uma boa postura perante a institucionalização; existência da experienciação de vergonha e má postura perante institucionalização; que ambas as emoções não são exclusivas, isto é, podem ser vivenciadas simultaneamente, mas que a simples presença de culpa poderá ditar uma boa postura perante institucionalização.
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