Prisão com fronteiras : relações Inter-étnicas em Meio Prisional, Estudo de Caso no Estabelecimento Prisional de Carregueira / Orlando Jorge Cruz Dias Gomes ; ori. tese Maria Margarida Marques
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: [S.l : s.n], 2012Descrição física: 119 p.; 30 cm PDFColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Migrações, Inter-etnicidades e TransnacionalismoAssunto: 549 | 5106 | IDENTIDADE | ETNIAS CDU: 343.8 Localização e Cota : EST1233 Resumo: Com este trabalho procuro fazer um estudo comparativo, dar voz aos estrangeiros caboverdianos e de países emergentes da ex União Soviética a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Carregueira, deixando-os falar acerca do modo como se auto representam, representam o “outro” maioritário, num contexto marcado por estereótipos e tentar compreender as representações e a base para o processo de construção das relações através “dos olhos destes estrangeiros”, ultrapassando eventuais perspectivas etnocêntricas. A referência para este trabalho é: dois grupos constituídos por reclusos do E. P. Carregueira, sendo o primeiro grupo constituído por caboverdianos, o segundo grupo constituído por indivíduos proveniente de países emergentes da ex União Soviética, que poderão ser percepcionados, de forma simultânea ou não, como categorias, étnicas, raciais e nacionais. Pretendo saber como se auto e hetero representam face ao “outro”? E que factores balizam a construção de tais representações, cuja génese radica em processos de intervenção entre maioria e minoria. Pretendo perceber quais as suas pertenças reais ou imaginadas a um grupo étnico, e a forma como estes indivíduos constroem o “nós”, ou seja, como definem o seu “eu” e o que pensam da sociedade portuguesa, como percepcionam o “outro” maioria? Interessa-me, ainda analisar a forma como estes reclusos olham de fora sobre si próprios, tentando ver-se como os outros os vêem, a fim de descortinar de que modo uns e outros se diferenciam e se aproximam na massa prisional.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1233 (Browse shelf) | 8895 | Available | DGRSP8895 |
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção
do grau de Mestre em Migrações, Inter-etnicidades e Transnacionalismo
Com este trabalho procuro fazer um estudo comparativo, dar voz aos
estrangeiros caboverdianos e de países emergentes da ex União Soviética a cumprir
pena no Estabelecimento Prisional da Carregueira, deixando-os falar acerca do modo
como se auto representam, representam o “outro” maioritário, num contexto
marcado por estereótipos e tentar compreender as representações e a base para o
processo de construção das relações através “dos olhos destes estrangeiros”,
ultrapassando eventuais perspectivas etnocêntricas.
A referência para este trabalho é: dois grupos constituídos por reclusos do E. P.
Carregueira, sendo o primeiro grupo constituído por caboverdianos, o segundo grupo
constituído por indivíduos proveniente de países emergentes da ex União Soviética,
que poderão ser percepcionados, de forma simultânea ou não, como categorias,
étnicas, raciais e nacionais. Pretendo saber como se auto e hetero representam face
ao “outro”? E que factores balizam a construção de tais representações, cuja génese
radica em processos de intervenção entre maioria e minoria.
Pretendo perceber quais as suas pertenças reais ou imaginadas a um grupo étnico, e a
forma como estes indivíduos constroem o “nós”, ou seja, como definem o seu “eu” e o
que pensam da sociedade portuguesa, como percepcionam o “outro” maioria?
Interessa-me, ainda analisar a forma como estes reclusos olham de fora sobre
si próprios, tentando ver-se como os outros os vêem, a fim de descortinar de que
modo uns e outros se diferenciam e se aproximam na massa prisional.
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