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O consumo de droga em indivíduos reclusos : trajetórias droga-crime / Andreia Almeida Azevedo ; ori. tese Jorge Albino Quintas de Oliveira, Maria Alexandra Gomes Machado Leandro

Autor: AZEVEDO, Andreia Almeida AzevedoAutor secundário: Oliveiras, Jorge Albino Quintas de; LEANDRO, Maria Alexandra Gomes MachadoIdioma: Português.País: Portugal.Publicação: Porto : [S.n.], 2021Descrição física: vi, 93 P.; 30 cm PDFColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Dissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre em CriminologiaAssunto: CRIMINOLOGIA | RECLUSOS | 4988CDU: 343.9 Localização e Cota : EST1186 Resumo: A presente investigação procurou analisar a relação entre a droga e o crime. Especificamente, procurou saber o percurso nos consumos de droga e na prática criminal de indivíduos reclusos, ao mesmo tempo que se exploram outras vertentes, nomeadamente familiar, escolar e laboral. Posteriormente, o objetivo passou por analisar as biografias dos indivíduos e verificar o seu enquadramento na tipologia de trajetórias desviantes de Cândido da Agra. A fim de atingir este objetivo foram aplicadas entrevistas semiestruturadas a reclusos de estabelecimentos prisionais masculinos, a cumprir pena por roubo, furto ou tráfico de droga. Pelo facto de, atualmente, haver uma pandemia mundial e entraves à realização do estudo, a amostra foi constituída por apenas 3 reclusos. A entrevista semiestruturada incluiu as seguintes dimensões: história do consumo de droga, história criminal, consumos em meio prisional e, por fim, a relação entre a droga e o crime. Os resultados permitiram concluir que existe, efetivamente, uma relação entre a droga e o crime, sendo que esta relação não é simples e causal, mas sim complexa e múltipla, onde se possibilita a identificação da tipologia de trajetórias desviantes. A influência do meio familiar, bem como a associação com o grupo de pares mostraram-se bastante relevantes no percurso dos indivíduos. Relativamente à tipologia de trajetórias, verificou-se num dos casos a presença de um “especialista droga-crime”, tendo nos outros dois casos surgido algumas dúvidas quanto ao enquadramento na tipologia. Ao longo da investigação foram também descritas limitações e dificuldades no seu desenvolvimento.
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Monografias Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
EST1186 (Browse shelf) 8892 Available DGRSP8892

Dissertação apresentada à Faculdade de Direito
da Universidade do Porto para obtenção do
grau de Mestre em Criminologia

A presente investigação procurou analisar a relação entre a droga e o crime.
Especificamente, procurou saber o percurso nos consumos de droga e na prática criminal
de indivíduos reclusos, ao mesmo tempo que se exploram outras vertentes,
nomeadamente familiar, escolar e laboral. Posteriormente, o objetivo passou por analisar
as biografias dos indivíduos e verificar o seu enquadramento na tipologia de trajetórias
desviantes de Cândido da Agra.
A fim de atingir este objetivo foram aplicadas entrevistas semiestruturadas a
reclusos de estabelecimentos prisionais masculinos, a cumprir pena por roubo, furto ou
tráfico de droga. Pelo facto de, atualmente, haver uma pandemia mundial e entraves à
realização do estudo, a amostra foi constituída por apenas 3 reclusos. A entrevista
semiestruturada incluiu as seguintes dimensões: história do consumo de droga, história
criminal, consumos em meio prisional e, por fim, a relação entre a droga e o crime.
Os resultados permitiram concluir que existe, efetivamente, uma relação entre a
droga e o crime, sendo que esta relação não é simples e causal, mas sim complexa e
múltipla, onde se possibilita a identificação da tipologia de trajetórias desviantes. A
influência do meio familiar, bem como a associação com o grupo de pares mostraram-se
bastante relevantes no percurso dos indivíduos. Relativamente à tipologia de trajetórias,
verificou-se num dos casos a presença de um “especialista droga-crime”, tendo nos outros
dois casos surgido algumas dúvidas quanto ao enquadramento na tipologia.
Ao longo da investigação foram também descritas limitações e dificuldades no seu
desenvolvimento.

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