Jovens "delinquentes" institucionalizados em Portugal : um estudo qualitativo das suas histórias de vida / Silvana Daniela Ventura Teixeira ; orient. Ana Rita Conde Dias, orient. Carla Margarida Vieira Antunes
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: Porto : Universidade Lusófona, 2017Descrição física: 37, [4] p.; 30 cmNota de dissertação ou tese: Dissertação de Mestrado em Psicologia da Justiça: Vítimas de crime Dissertação defendida em provas públicas na Universidade Lusófona do Porto no dia 11/04/2017, perante o júri seguinte: Presidente: Prof.ª Doutora Célia Isabel Lima Ferreira Arguente: Prof.ª Doutora Andreia Moura (Prof.ª Auxiliar da Universidade Lusófona do Porto) Orientadora: Prof.ª Doutora Carla Margarida Vieira AntunesAssunto: 102475 | 5074 | COMPORTAMENTO DELINQUENTE | 689 | 5079CDU: 343.121.5 Localização e Cota : EST1181 Resumo: Não existe uma definição consensual na literatura para o termo “delinquência juvenil”. Na tentativa de explicação deste fenómeno encontra-se na literatura, teorias intra-individuais, da aprendizagem social, sócio-estruturais e desenvolvimentais. Verifica-se a predominância de estudos focados na prevalência e na identificação de factores de risco ou de preditores da delinquência, sendo escassos os estudos que procuram compreender o fenómeno desde o ponto de vista de quem o vivencia, de carácter qualitativo. Assim, surge este estudo no sentido de colmatar esta lacuna, através da análise da história de vida de 9 jovens, do sexo masculino, institucionalizados num Centro Educativo em Portugal. Para aceder aos participantes recorreu-se ao pedido de autorização para recolha de dados no Centro Educativo à DGRSP, onde posteriormente foi obtido o consentimento informado dos jovens e/ou dos seus representantes legais. As entrevistas foram realizadas e gravadas nas instalações do Centro Educativo, com uma duração média entre os 45 e os 120 minutos e transcritas na íntegra, de modo a salvaguardar-se a integridade dos relatos para posterior análise. Os resultados indicam que a família e o grupo de pares assume um papel central na vida dos jovens, apesar das experiências negativas (e.g.: maus-tratos, rejeição, abandono).Os jovens focam ainda a dificuldade e instabilidade decorrentes da institucionalização, assim como os remorsos associados ao cometimento dos comportamentos delinquentes. Salienta-se a influência negativa das experiências adversas no seu autoconceito e a valorização do ideal de família unida e afetuosa.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1181 (Browse shelf) | 8878 | Available | DGRSP8878 |
Dissertação de Mestrado em Psicologia da Justiça: Vítimas de crime
Dissertação defendida em provas públicas na Universidade Lusófona do Porto no dia 11/04/2017, perante o júri seguinte:
Presidente: Prof.ª Doutora Célia Isabel Lima Ferreira
Arguente: Prof.ª Doutora Andreia Moura (Prof.ª Auxiliar da Universidade Lusófona do Porto)
Orientadora: Prof.ª Doutora Carla Margarida Vieira Antunes
Não existe uma definição consensual na literatura para o termo “delinquência juvenil”. Na tentativa de explicação deste fenómeno encontra-se na literatura, teorias intra-individuais, da aprendizagem social, sócio-estruturais e desenvolvimentais. Verifica-se a predominância de estudos focados na prevalência e na identificação de factores de risco ou de preditores da delinquência, sendo escassos os estudos que procuram compreender o fenómeno desde o ponto de vista de quem o vivencia, de carácter qualitativo. Assim, surge este estudo no sentido de colmatar esta lacuna, através da análise da história de vida de 9 jovens, do sexo masculino, institucionalizados num Centro Educativo em Portugal. Para aceder aos participantes recorreu-se ao pedido de autorização para recolha de dados no Centro Educativo à DGRSP, onde posteriormente foi obtido o consentimento informado dos jovens e/ou dos seus representantes legais. As entrevistas foram realizadas e gravadas nas instalações do Centro Educativo, com uma duração média entre os 45 e os 120 minutos e transcritas na íntegra, de modo a salvaguardar-se a integridade dos relatos para posterior análise. Os resultados indicam que a família e o grupo de pares assume um papel central na vida dos jovens, apesar das experiências negativas (e.g.: maus-tratos, rejeição, abandono).Os jovens focam ainda a dificuldade e instabilidade decorrentes da institucionalização, assim como os remorsos associados ao cometimento dos comportamentos delinquentes. Salienta-se a influência negativa das experiências adversas no seu autoconceito e a valorização do ideal de família unida e afetuosa.
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