Validação da escala de auto-estima de Rosenberg com adolescentes portugueses em contexto forense e escolar / Pedro Pechorro, João Marôco, Carlos Poiares, Rui Xavier Vieira
In: Arquivos de Medicina, 2011. vol. 25, nº 5/6 Setembro/Dezembro Assunto: PSICOLOGIA | AUTO-ESTIMA | AVALIAÇÃO CDU: 159.9 Localização e Cota : 159.9PEC Resumo: A presente investigação teve como objectivo proceder à validação da versão portuguesa da Escala de Auto-Estima de Rosenberg (Rosenberg Self-Esteem Scale - RSES) com adolescentes portugueses em contexto forense e escolar. Recorrendo a 760 adolescentes de ambos os sexos divididos em amostra forense (n = 250) e amostra escolar (n = 510) foram demonstradas propriedades psicométricas que na generalidade justificam a sua utilização na população portuguesa adolescente geral e forense, nomeadamente a nível de validade de constructo, consistência interna, estabilidade temporal, validade discriminante e validade divergente. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas quanto à pontuação na RSES entre as amostras escolares masculina e feminina, mas o mesmo não aconteceu relativamente às amostras forenses masculina e feminina.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | 159.9PEC (Browse shelf) | 8744 | Available | DGRSP8744 |
A presente investigação teve como objectivo proceder à validação da versão portuguesa da Escala de Auto-Estima de Rosenberg (Rosenberg Self-Esteem Scale - RSES) com adolescentes portugueses em contexto forense e escolar. Recorrendo a 760 adolescentes de ambos os sexos divididos em amostra forense (n = 250) e amostra escolar (n = 510) foram demonstradas propriedades psicométricas que na generalidade justificam a sua utilização na população portuguesa adolescente geral e forense, nomeadamente a nível de validade de constructo, consistência interna, estabilidade temporal, validade discriminante e validade divergente. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas quanto à pontuação na RSES entre as amostras escolares masculina e feminina, mas o mesmo não aconteceu relativamente às amostras
forenses masculina e feminina.
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