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A influência do turismo nos volume crimes [Recurso eletrónico] : uma análise ao fenómeno do furto por carteirista na cidade de Lisboa / Joana Isabel Pires Bicho

Autor: BICHO, Joana Isabel Pires Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2020Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 255007 | 229583 | 272423 | 334284Resumo: O turismo assume-se hodiernamente como uma das principais indústrias a nível mundial. Em Portugal, o turismo é um motor basilar da economia com tendência ao crescimento e contínua distinção em termos de qualidade. A relação entre o turismo e a segurança é simbiótica, dependendo a indústria de um clima de segurança para que se possa edificar e desenvolver. Neste sentido, os delitos perpetrados contra turistas merecem um olhar atento por parte das instituições jurídicas e de segurança. O turista exibe uma vulnerabilidade própria e consequente de se encontrar num local que desconhece, absorto pela experiência turística e disposto ao lazer, o que o torna um alvo fácil, principalmente da criminalidade subtil e oportunista. O furto por carteirista é um delito que tem nas ambiências turísticas todas as condições para se disseminar, o que tem levado a uma profissionalização dos delatores, com consequente complexificação do fenómeno. As facilidades de circulação em espaço europeu, bem como as parcas e leves sanções, vão aguçando o engenho e organização dos meliantes, o que vem questionar a abordagem policial e jurídica face à pequena criminalidade, e sedimentar a necessidade de uma cultura de partilha e inteligência.
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Monografias Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD318 (Browse shelf) PJCD318 Available PJ1CD318_124

Dissertação final de mestrado em Ciências Policiais, 32.º Curso de Formação de Oficiais de Polícia, apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, tendo como orientador Eduardo Pereira Correia. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 7,50 MB em formato PDF (160 p.).

O turismo assume-se hodiernamente como uma das principais indústrias a nível mundial. Em Portugal, o turismo é um motor basilar da economia com tendência ao crescimento e contínua distinção em termos de qualidade. A relação entre o turismo e a segurança é simbiótica, dependendo a indústria de um clima de segurança para que se possa edificar e desenvolver. Neste sentido, os delitos perpetrados contra turistas merecem um olhar atento por parte das instituições jurídicas e de segurança. O turista exibe uma vulnerabilidade própria e consequente de se encontrar num local que desconhece, absorto pela experiência turística e disposto ao lazer, o que o torna um alvo fácil, principalmente da criminalidade subtil e oportunista. O furto por carteirista é um delito que tem nas ambiências turísticas todas as condições para se disseminar, o que tem levado a uma profissionalização dos delatores, com consequente complexificação do fenómeno. As facilidades de circulação em espaço europeu, bem como as parcas e leves sanções, vão aguçando o engenho e organização dos meliantes, o que vem questionar a abordagem policial e jurídica face à pequena criminalidade, e sedimentar a necessidade de uma cultura de partilha e inteligência.

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