Segurança pessoal e segurança interna [Recurso eletrónico] / Carlos Alberto Sousa Magalhães
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2018Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 321493 | 326989 | 323001 | 334284Resumo: A história da humanidade está marcada pela violência entre os homens. Os líderes das sociedades enquanto representantes de um poder instituído - político ou religioso - foram sempre destinatários de ameaças de natureza difusa transformando-se amiúde em alvos das mesmas. Os atentados realizados contra esses dirigentes potenciaram a existência de conflitos armados, modificaram regimes políticos e instalaram um clima de medo e de insegurança em diversas sociedades europeias e mundiais, para além de depauperarem os fundamentos dos Estados modernos. As forças policiais, de natureza civilista, foram encarregues da segurança pessoal dos líderes políticos nacionais, internacionais e de outros cidadãos quando sujeitos a uma ameaça relevante. Portugal atualmente é um país com índices de insegurança muito baixos e com uma atividade terrorista praticamente inexistente e sem relatos de ataques concretizados contra altas entidades nacionais ou estrangeiras, mas nem sempre assim foi. O mundo em que vivemos, globalizado e complexo com uma criminalidade organizada, transnacional e profissionalizada e com incontáveis terroristas “sem rosto” – cidadãos anónimos, instiga-nos para continuarmos a proteger os representantes eleitos pelo povo como um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade, daí a importância da segurança pessoal como um instrumento garantístico.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD313 (Browse shelf) | PJCD313 | Available | PJ1CD313_38 |
Dissertação de mestrado em Ciências Policiais e Segurança Interna, apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, elaborada sob a orientação de Luís Manuel André Elias. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,33 MB em formato PDF (128 p.).
A história da humanidade está marcada pela violência entre os homens. Os líderes das sociedades enquanto representantes de um poder instituído - político ou religioso - foram sempre destinatários de ameaças de natureza difusa transformando-se amiúde em alvos das mesmas. Os atentados realizados contra esses dirigentes potenciaram a existência de conflitos armados, modificaram regimes políticos e instalaram um clima de medo e de insegurança em diversas sociedades europeias e mundiais, para além de depauperarem os fundamentos dos Estados modernos. As forças policiais, de natureza civilista, foram encarregues da segurança pessoal dos líderes políticos nacionais, internacionais e de outros cidadãos quando sujeitos a uma ameaça relevante. Portugal atualmente é um país com índices de insegurança muito baixos e com uma atividade terrorista praticamente inexistente e sem relatos de ataques concretizados contra altas entidades nacionais ou estrangeiras, mas nem sempre assim foi. O mundo em que vivemos, globalizado e complexo com uma criminalidade organizada, transnacional e profissionalizada e com incontáveis terroristas “sem rosto” – cidadãos anónimos, instiga-nos para continuarmos a proteger os representantes eleitos pelo povo como um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade, daí a importância da segurança pessoal como um instrumento garantístico.
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