O burnout na Polícia de Segurança Pública [Documento eletrónico] : causas e engagement / Joana Catarina Costa Branco
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2020Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 323127 | 323001 | 324971 | 2697Resumo: Com o reconhecimento do burnout como um fenómeno ocupacional e com a crescente preocupação com a saúde mental no local de trabalho, é fundamental que, numa organização como a Polícia de Segurança Pública (PSP), em que o bem-estar dos trabalhadores interfere diretamente com a segurança dos cidadãos no geral, se abordem temáticas relacionadas com os recursos humanos, procurando melhorar as condições no local de trabalho e diminuir a tendência para o aparecimento de patologias. Para além da revisão da literatura foram realizadas 5 entrevistas a informadores chave, para aprofundar esta componente teórica. De forma a perceber qual o nível de saúde mental dos polícias e que tipo de fatores estão na sua origem, foi realizado um estudo quantitativo, em que se aplicou um questionário para aferir os níveis de burnout (através do questionário OLBI) e engagement (com o questionário UWES), numa amostra de 465 polícias a exercer funções no COMETLIS, bem como a sua relação com determinadas variáveis sociodemográficas. Verificou-se que quanto mais burnout, nas dimensões de exaustão e distanciamento, menos o engagement e as suas dimensões. No que diz respeito às variáveis sociodemográficas, as variáveis sexo, função operacional e distância aproximada da colocação atual à residência de origem não revelaram diferenças estatisticamente significativas. Nas variáveis estado civil e carreira provou-se que são os polícias que não mantenham uma relação afetivo-amorosa e os agentes os mais afetados pela exaustão e pelo distanciamento e apresentam níveis menores de engagement e das suas dimensões.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD313 (Browse shelf) | PJCD313 | Available | PJ1CD313_42 |
Dissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna com vista à obtenção do grau de mestre em Ciências Policiais, elaborada sob a orientação de Artur Rocha Machado. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,31MB em formato PDF (97 p.).
Com o reconhecimento do burnout como um fenómeno ocupacional e com a crescente preocupação com a saúde mental no local de trabalho, é fundamental que, numa organização como a Polícia de Segurança Pública (PSP), em que o bem-estar dos trabalhadores interfere diretamente com a segurança dos cidadãos no geral, se abordem temáticas relacionadas com os recursos humanos, procurando melhorar as condições no local de trabalho e diminuir a tendência para o aparecimento de patologias. Para além da revisão da literatura foram realizadas 5 entrevistas a informadores chave, para aprofundar esta componente teórica. De forma a perceber qual o nível de saúde mental dos polícias e que tipo de fatores estão na sua origem, foi realizado um estudo quantitativo, em que se aplicou um questionário para aferir os níveis de burnout (através do questionário OLBI) e engagement (com o questionário UWES), numa amostra de 465 polícias a exercer funções no COMETLIS, bem como a sua relação com determinadas variáveis sociodemográficas. Verificou-se que quanto mais burnout, nas dimensões de exaustão e distanciamento, menos o engagement e as suas dimensões. No que diz respeito às variáveis sociodemográficas, as variáveis sexo, função operacional e distância aproximada da colocação atual à residência de origem não revelaram diferenças estatisticamente significativas. Nas variáveis estado civil e carreira provou-se que são os polícias que não mantenham uma relação afetivo-amorosa e os agentes os mais afetados pela exaustão e pelo distanciamento e apresentam níveis menores de engagement e das suas dimensões.
There are no comments for this item.