A cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização (2005- 2017) [Recurso eletrónico] / Tiago Alexandre Fernandes de Castro
Idioma: Português.Publicação: Braga : [s.n.], 2019Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 330211 | 226288 | 100772 | 246389 | 322367 | 334284 | 330771Resumo: Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, os EUA e o mundo acordaram para a Jihad Global 1.0. Após a autoproclamação do Estado Islâmico, deu-se a evolução da Jihad Global 1.0 para a Jihad Global 2.0. Na atualidade, estamos perante a Jihad Global 3.0, onde o Daesh se apresenta com várias ramificações, forte presença na internet e ligações a grupos terroristas no continente africano, incluindo na zona do Sahel, o que representa um risco para a União Europeia e, consequentemente, para Portugal e Espanha dada a proximidade geográfica destes em relação àquela região. Estados-membros da UE têm sido alvos de ataques por parte do Daesh e de lobos solitários incentivados pelo mesmo, sendo alguns destes cidadãos europeus que se radicalizaram através da internet, fóruns e redes sociais, o que levanta vários problemas no que toca à prevenção de ações terroristas. Neste contexto, ao partir do estudo de caso de Espanha e Portugal, incluídos na pretensão de grande Califado declarada por al-Bagdadi em 2014 e membros da coligação internacional contra os jihadistas na Síria, e aplicando o quadro teórico do Institucionalismo Liberal, a investigação incide sobre a cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização. Mapeando assim o que se faz e ainda existe por fazer na evolução das dinâmicas cooperativas dos dois países.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD302 (Browse shelf) | PJCD302 | Available | PJ1CD302_64 |
Tese de Mestrado apresentada à Escola de Economia e Gestão, da Universidade do Minho, tendo como orientadora, Ana Paula Lima Pinto Oliveira Almeida Brandão. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,21 MB em formato PDF (221 p.).
Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, os EUA e o mundo acordaram para a Jihad Global 1.0. Após a autoproclamação do Estado Islâmico, deu-se a evolução da Jihad Global 1.0 para a Jihad Global 2.0. Na atualidade, estamos perante a Jihad Global 3.0, onde o Daesh se apresenta com várias ramificações, forte presença na internet e ligações a grupos terroristas no continente africano, incluindo na zona do Sahel, o que representa um risco para a União Europeia e, consequentemente, para Portugal e Espanha dada a proximidade geográfica destes em relação àquela região. Estados-membros da UE têm sido alvos de ataques por parte do Daesh e de lobos solitários incentivados pelo mesmo, sendo alguns destes cidadãos europeus que se radicalizaram através da internet, fóruns e redes sociais, o que levanta vários problemas no que toca à prevenção de ações terroristas. Neste contexto, ao partir do estudo de caso de Espanha e Portugal, incluídos na pretensão de grande Califado declarada por al-Bagdadi em 2014 e membros da coligação internacional contra os jihadistas na Síria, e aplicando o quadro teórico do Institucionalismo Liberal, a investigação incide sobre a cooperação luso-espanhola na luta contra o terrorismo e a radicalização. Mapeando assim o que se faz e ainda existe por fazer na evolução das dinâmicas cooperativas dos dois países.
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