Deteção e resposta a intrusões em dispositivos móveis [Recurso eletrónico] / Tiago Oliveira Martins Sanina dos Santos
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2016Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 328293 | 273163 | 227281 | 235148 | 334284Resumo: Os smartphones estão cada vez mais presentes de forma ubíqua na nossa vida pessoal, social e profissional. Estes contêm um grande volume de informação sensível que queremos proteger contra intrusões físicas, preservando a sua segurança e a nossa privacidade. Os principais mecanismos de segurança são os métodos de autenticação. Embora eficazes numa situação de perda/roubo, são vulneráveis a ataques perpetrados por pessoas socialmente próximas. Acresce que, quando o dispositivo é partilhado, independentemente das medidas de supervisão adotadas, a barreira de autenticação é ultrapassada e não existem mecanismos de segurança adicionais. Os utilizadores, quando partilham o smartphone, receiam, por um lado, que a pessoa invada a sua privacidade e, por outro, que atitudes de vigilância explícitas possam comprometer as suas relações sociais. Um sistema de deteção e resposta a intrusões físicas para smartphones deverá colmatar quaisquer limitações inerentes aos métodos de autenticação e (in)disponibilizar o acesso a determinados conteúdos e funcionalidades em situações de acesso indevido e de partilha. Uma das contribuições deste trabalho foi conceber e desenvolver um sistema (designado SmartIDR) de deteção e resposta a intrusões para smartphones com recurso a um dispositivo secundário wearable – smartwatch –, que permite a interação inconspícua com o dispositivo primário. Os mecanismos de deteção e resposta são baseados na distância (comunicação Bluetooth) entre os dispositivos. O sistema caracteriza-se por monitorizar os eventos ocorridos no smartphone e responder remotamente, e em tempo real, a situações de intrusão através do smartwatch; por oferecer um conjunto de múltiplas configurações de resposta; por ser acessível a utilizadores comuns; e por não comprometer a usabilidade dos dispositivos. Para analisar o impacto desta nova abordagem foram efetuados estudos transversais com potenciais utilizadores. Os resultados obtidos indicaram que o SmartIDR vai ao encontro das necessidades e expetativas de segurança e privacidade dos utilizadores de smartphones, com eficácia, eficiência e um nível de satisfação bastante positivo.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD284 (Browse shelf) | PJCD284 | Available | PJ1CD284_128 |
Dissertação de Mestrado em Segurança Informática, apresentada à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tendo como orientador Tiago João Vieira Guerreiro, Fernando Manuel Valente Ramos. Ficheiro de 11,2 MB em formato PDF (120 p.). Resumo inserto na publicação.
Os smartphones estão cada vez mais presentes de forma ubíqua na nossa vida pessoal, social e profissional. Estes contêm um grande volume de informação sensível que queremos proteger contra intrusões físicas, preservando a sua segurança e a nossa privacidade. Os principais mecanismos de segurança são os métodos de autenticação. Embora eficazes numa situação de perda/roubo, são vulneráveis a ataques perpetrados por pessoas socialmente próximas. Acresce que, quando o dispositivo é partilhado, independentemente das medidas de supervisão adotadas, a barreira de autenticação é ultrapassada e não existem mecanismos de segurança adicionais. Os utilizadores, quando partilham o smartphone, receiam, por um lado, que a pessoa invada a sua privacidade e, por outro, que atitudes de vigilância explícitas possam comprometer as suas relações sociais. Um sistema de deteção e resposta a intrusões físicas para smartphones deverá colmatar quaisquer limitações inerentes aos métodos de autenticação e (in)disponibilizar o acesso a determinados conteúdos e funcionalidades em situações de acesso indevido e de partilha. Uma das contribuições deste trabalho foi conceber e desenvolver um sistema (designado SmartIDR) de deteção e resposta a intrusões para smartphones com recurso a um dispositivo secundário wearable – smartwatch –, que permite a interação inconspícua com o dispositivo primário. Os mecanismos de deteção e resposta são baseados na distância (comunicação Bluetooth) entre os dispositivos. O sistema caracteriza-se por monitorizar os eventos ocorridos no smartphone e responder remotamente, e em tempo real, a situações de intrusão através do smartwatch; por oferecer um conjunto de múltiplas configurações de resposta; por ser acessível a utilizadores comuns; e por não comprometer a usabilidade dos dispositivos. Para analisar o impacto desta nova abordagem foram efetuados estudos transversais com potenciais utilizadores. Os resultados obtidos indicaram que o SmartIDR vai ao encontro das necessidades e expetativas de segurança e privacidade dos utilizadores de smartphones, com eficácia, eficiência e um nível de satisfação bastante positivo.
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