Na vertigem da traição / Carlos Ademar
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Parsifal, 2017Descrição física: 428 p.; 23 cmISBN: 9789898760418Assunto: 227045 | 320176 | 324628 | 106202Resumo: "Activo militante comunista, o jovem Miguel Domingos era um operário vidreiro revoltado pela miséria que o rodeava. Depois de participar na revolta de 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande, fugiu para a União Soviética, onde recebeu formação na Escola Leninista. No regresso, combateu as hostes franquistas em Espanha, foi preso e enviado para um campo de concentração. No final de 1944 regressou a Portugal e passou a integrar a direcção comunista, na qual se manteve até ser afastado em 1949, com problemas de saúde e a suspeita de ter denunciado as casas clandestinas mais importantes do partido, levando à prisão de alguns dos mais célebres dirigentes comunistas. Em 1951, num pinhal dos arredores de Lisboa, o seu corpo seria encontrado sem vida. A quem interessava a sua morte? Baseada em factos reais e suportada em documentação dos arquivos da Polícia Judiciária até agora inédita, esta obra reconstrói, de forma viva e fiel, não só a investigação então feita pela PIDE, mas também a sociedade portuguesa do pós-guerra, o combate travado na clandestinidade contra um regime ditatorial e a luta desigual contra uma polícia política cada vez mais implacável. Com uma história que prende o leitor desde a primeira página, Na Vertigem da Traição é ainda o retrato das contradições do ser humano, com as suas fraquezas e virtudes, amores e desamores, frustrações e anseios, e a plena confirmação de Carlos Ademar como um dos mestres do romance histórico em Portugal."| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ24.B.32 (Browse shelf) | PJ36183 | Available | PJ136183 |
Contém dedicatória do autor. Resumo inserto na publicação.
"Activo militante comunista, o jovem Miguel Domingos era um operário vidreiro revoltado pela miséria que o rodeava. Depois de participar na revolta de 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande, fugiu para a União Soviética, onde recebeu formação na Escola Leninista. No regresso, combateu as hostes franquistas em Espanha, foi preso e enviado para um campo de concentração. No final de 1944 regressou a Portugal e passou a integrar a direcção comunista, na qual se manteve até ser afastado em 1949, com problemas de saúde e a suspeita de ter denunciado as casas clandestinas mais importantes do partido, levando à prisão de alguns dos mais célebres dirigentes comunistas. Em 1951, num pinhal dos arredores de Lisboa, o seu corpo seria encontrado sem vida. A quem interessava a sua morte? Baseada em factos reais e suportada em documentação dos arquivos da Polícia Judiciária até agora inédita, esta obra reconstrói, de forma viva e fiel, não só a investigação então feita pela PIDE, mas também a sociedade portuguesa do pós-guerra, o combate travado na clandestinidade contra um regime ditatorial e a luta desigual contra uma polícia política cada vez mais implacável. Com uma história que prende o leitor desde a primeira página, Na Vertigem da Traição é ainda o retrato das contradições do ser humano, com as suas fraquezas e virtudes, amores e desamores, frustrações e anseios, e a plena confirmação de Carlos Ademar como um dos mestres do romance histórico em Portugal."
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