Caracterização de impressões digitais humanas por FTICR-MS [Recurso eletrónico] : aplicações forenses / Ana Cristina Almeida Assis
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2017Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 343105 | 104133 | 321956 | 343048 | 321508 | 114897 | 242453Resumo: Ao longo dos tempos, o relacionamento interpessoal das sociedades e dos seus elementos, conduziu à necessidade da determinação, individualização e registo de características que permitam a distinção clara e inequívoca dos seus indivíduos. A identificação dos seres humanos tem sido efetuada por excelência através da análise da imagem do grafismo das impressões digitais, que se tornou uma ferramenta forense de valor incalculável. A identificação da composição original da impressão digital, monitorização da degradação dos seus compostos constituintes, deteção e identificação dos produtos de degradação ao longo do tempo têm sido efetuadas por diversas técnicas, tendo o desenvolvimento tecnológico dos últimos anos potenciado o recurso cada vez mais notório à espectrometria de massa. Contudo, até agora a análise química/bioquímica das impressões digitais tem sido efetuada por métodos de espectrometria de massa convencionais de baixa resolução. Este estudo visa a utilização de um Espectrómetro de Massa de Ressonância Ciclotrónica de Iões com Transformada de Fourier (FTICR-MS) com fonte de Ionização por Electrospray (ESI) com capacidade MSn e alta resolução (HR) para a caracterização química das impressões digitais relacionadas com um crime, permitindo uma análise de amostras complexas de um nível vestigial. A investigação realizada neste Seminário de Investigação I tem como base um projeto cuja finalidade é implementar um workflow de análise entre o Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que permita gerar inteligência forense com valor probatório para a investigação criminal. Esta implementação constitui uma inovação de resposta forense a nível nacional. Os estudos preliminares realizados até à data permitiram a individualização química de um individuo num determinado momento e uma diferenciação de género.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD257 (Browse shelf) | PJCD257 | Available | PJ1CD257_41 |
Seminário de investigação I do Doutoramento em Química realizado no âmbito do protocolo LPC-PJ e FCUL (Adenda 1). Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 630 KB em formato PDF (15 p.).
Ao longo dos tempos, o relacionamento interpessoal das sociedades e dos seus elementos, conduziu à necessidade da determinação, individualização e registo de características que permitam a distinção clara e inequívoca dos seus indivíduos. A identificação dos seres humanos tem sido efetuada por excelência através da análise da imagem do grafismo das impressões digitais, que se tornou uma ferramenta forense de valor incalculável. A identificação da composição original da impressão digital, monitorização da degradação dos seus compostos constituintes, deteção e identificação dos produtos de degradação ao longo do tempo têm sido efetuadas por diversas técnicas, tendo o desenvolvimento tecnológico dos últimos anos potenciado o recurso cada vez mais notório à espectrometria de massa. Contudo, até agora a análise química/bioquímica das impressões digitais tem sido efetuada por métodos de espectrometria de massa convencionais de baixa resolução. Este estudo visa a utilização de um Espectrómetro de Massa de Ressonância Ciclotrónica de Iões com Transformada de Fourier (FTICR-MS) com fonte de Ionização por Electrospray (ESI) com capacidade MSn e alta resolução (HR) para a caracterização química das impressões digitais relacionadas com um crime, permitindo uma análise de amostras complexas de um nível vestigial. A investigação realizada neste Seminário de Investigação I tem como base um projeto cuja finalidade é implementar um workflow de análise entre o Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que permita gerar inteligência forense com valor probatório para a investigação criminal. Esta implementação constitui uma inovação de resposta forense a nível nacional. Os estudos preliminares realizados até à data permitiram a individualização química de um individuo num determinado momento e uma diferenciação de género.
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