A política prisional e a criminalidade portuguesa contemporânea [Recurso eletrónico] / João Carlos Carvalho dos Santos
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2011Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 10115 | 104369 | 224783 | 322367 | 334284 | 551Resumo: A Escola Clássica nascida do ideário iluminista alicerçou a sua ideologia no homem delinquente, dotado da racionalidade pelo que haveria que dotar o sistema prisional dos meios adequados à sua corrigibilidade.Porém, esta política prisional falhou porque não existiam os meios necessários e suficientes e porque a racionalidade dos delinquentes era bastante limitada. Sucedeu-lhe a Escola Humanista de Lombroso associada ao Estado Providência com a ideia de que o delinquente era um doente que haveria que tratar, leia-se ressocialização, e que se manteve até há bem pouco tempo. Ainda que os resultados não tivessem o resultado desejado: reduzir a criminalidade. A partir dos anos sessenta surgiu a Nova Criminologia que procurou conciliar algumas das ideias da Escola Clássica às ideias da Escola Humanista de Lombroso na tentativa de inverter a tendência ascendente da criminalidade. A dissuasão, comum à Escola Clássica e à Nova Criminologia, surge no contexto prisional como um meio que provámos ser necessário prever na nossa política prisional como forma de tentar resolver o problema social da criminalidade.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD279 (Browse shelf) | PJCD279 | Available | PJ1CD279_106 |
Dissertação de Mestrado em Administração Pública, especialização na Administração da Justiça (ISCPS), tendo como orientador Jaime Raúl Seixas Fonseca e coorientadora Elisabete Carvalho. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,21 MB em formato PDF (125 p.).
A Escola Clássica nascida do ideário iluminista alicerçou a sua ideologia no homem delinquente, dotado da racionalidade pelo que haveria que dotar o sistema prisional dos meios adequados à sua corrigibilidade.Porém, esta política prisional falhou porque não existiam os meios necessários e suficientes e porque a racionalidade dos delinquentes era bastante limitada. Sucedeu-lhe a Escola Humanista de Lombroso associada ao Estado Providência com a ideia de que o delinquente era um doente que haveria que tratar, leia-se ressocialização, e que se manteve até há bem pouco tempo. Ainda que os resultados não tivessem o resultado desejado: reduzir a criminalidade. A partir dos anos sessenta surgiu a Nova Criminologia que procurou conciliar algumas das ideias da Escola Clássica às ideias da Escola Humanista de Lombroso na tentativa de inverter a tendência ascendente da criminalidade. A dissuasão, comum à Escola Clássica e à Nova Criminologia, surge no contexto prisional como um meio que provámos ser necessário prever na nossa política prisional como forma de tentar resolver o problema social da criminalidade.
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