Discriminação e quantificação de cocaína e adulterantes em drogas por espectroscopia de infravermelho e resolução multivariada de curvas [Recurso eletrónico] / Adrianne Fontinele da Silva
Idioma: Português.Publicação: Brasília : [s.n.], 2016Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 343373 | 322447 | 343048 | 330125 | 334284 | 331399Resumo: O consumo de cocaína é relatado há mais de 2500 anos, porém ao longo do tempo se tornaram evidentes os danos causados por essa substância à sociedade em geral. Atualmente, a cocaína é classificada como uma droga ilícita e, por isso, estudos que deem suporte aos órgãos responsáveis pela repressão ao tráfico de drogas, como a Polícia Federal (PF), em especial à área de inteligência policial, são de extrema relevância. Frequentemente, a cocaína comercializada não se encontra em sua forma pura, mas adicionada de adulterantes e diluentes. Para a análise de amostras apreendidas, o método de referência utilizado é baseado em cromatografia gasosa, cuja sensibilidade e seletividade são indiscutíveis. Entretanto, sua aplicação envolve destruição parcial ou total da amostra, consumo de solventes tóxicos, longo período de análise e treinamento operacional. Com isso, o interesse pelo uso de espectroscopia vibracional tem aumentado. Desse modo, o objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de uma metodologia de análise para amostras de cocaína adulterada e diluída empregando a Espectroscopia de Infravermelho com Reflectância Total Atenuada (ATR-FTIR) associada à Resolução Multivariada de Curvas com Mínimos Quadrados Alternados (MCR-ALS). Foram analisados 11 compostos puros, sendo 6 adulterantes, 3 diluentes e 2 formas de cocaína (base livre e cloridrato), 55 misturas preparadas em laboratório de acordo com um planejamento experimental e 20 amostras reais para a etapa de calibração. Para a validação, foram analisadas 717 amostras reais. Os resultados obtidos foram satisfatórios, demonstrando que o método proposto possui um grande potencial na classificação da forma química de cocaína e na discriminação de adulterantes e cocaína em amostras reais, fornecendo uma estimativa da concentração.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD279 (Browse shelf) | PJCD279 | Available | PJ1CD279_23 |
Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Química e Biológica, do Instituto de Química da Universidade de Brasília, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre, tendo como orientadores Jorge Jardim Zacca, Jez Willian Batista Braga. Ficheiro de 1,83 MB em formato PDF (64 p.). Resumo inserto na publicação.
O consumo de cocaína é relatado há mais de 2500 anos, porém ao longo do tempo se tornaram evidentes os danos causados por essa substância à sociedade em geral. Atualmente, a cocaína é classificada como uma droga ilícita e, por isso, estudos que deem suporte aos órgãos responsáveis pela repressão ao tráfico de drogas, como a Polícia Federal (PF), em especial à área de inteligência policial, são de extrema relevância. Frequentemente, a cocaína comercializada não se encontra em sua forma pura, mas adicionada de adulterantes e diluentes. Para a análise de amostras apreendidas, o método de referência utilizado é baseado em cromatografia gasosa, cuja sensibilidade e seletividade são indiscutíveis. Entretanto, sua aplicação envolve destruição parcial ou total da amostra, consumo de solventes tóxicos, longo período de análise e treinamento operacional. Com isso, o interesse pelo uso de espectroscopia vibracional tem aumentado. Desse modo, o objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de uma metodologia de análise para amostras de cocaína adulterada e diluída empregando a Espectroscopia de Infravermelho com Reflectância Total Atenuada (ATR-FTIR) associada à Resolução Multivariada de Curvas com Mínimos Quadrados Alternados (MCR-ALS). Foram analisados 11 compostos puros, sendo 6 adulterantes, 3 diluentes e 2 formas de cocaína (base livre e cloridrato), 55 misturas preparadas em laboratório de acordo com um planejamento experimental e 20 amostras reais para a etapa de calibração. Para a validação, foram analisadas 717 amostras reais. Os resultados obtidos foram satisfatórios, demonstrando que o método proposto possui um grande potencial na classificação da forma química de cocaína e na discriminação de adulterantes e cocaína em amostras reais, fornecendo uma estimativa da concentração.
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