Normal view MARC view ISBD view

Direito fiscal : lições / Ana Paula Dourado

Autor: DOURADO, Ana PaulaIdioma: Português.Edição: ReimpressãoPublicação: Coimbra : Almedina, 2016Descrição física: 315 p.; 23 cmColeção: Manuais UniversitáriosISBN: 9789724063287Assunto: 227047 | 230956 | 234700Resumo: Nota introdutória. Lista das principais abreviaturas. I. Introdução. 1. Caracterização do Direito Fiscal. A autonomia do Direito Fiscal como ramo de Direito. 2. Princípios estruturantes. 3. A coerência do ordenamento jurídico fiscal. 4. O Direito Fiscal geral e os Direitos Fiscais especiais. 5. O Direito Fiscal Internacional. 6. O Direito Fiscal Europeu. 7. Direito fiscal, pluralismos jurídicos e globalização. II. Os tributos. 1. O conceito de tributos. 2. O sistema fiscal e tipos de normas. 3. Os impostos. 3.1. Conceito e elementos essenciais. 3.2. Elementos dos impostos nos estados de direito. 3.3. A posição do Tribunal Constitucional. 3.4. Conceito de imposto na doutrina portuguesa. 3.5. Conclusões. 3.6. Classificações dos impostos no sistema fiscal português. 3.6.1. Impostos sobre o rendimento, o consumo e o património. 3.6.2. Impostos reais e impostos pessoais: a crise do imposto pessoal. 3.6.3. Impostos proporcionais, progressivos e regressivos. 3.6.4. Impostos diretos e indiretos. 3.6.5. Impostos de obrigação única e impostos periódicos. 4. As taxas. 4.1. Conceito e elementos essenciais. 4.2. A remoção de obstáculos jurídicos. 4.3. A quantificação das taxas e o princípio da cobertura de custos. 4.4. A manifesta desproporcionalidade. 4.5. Conclusões. 5. As contribuições financeiras. 5.1. Conceito. 5.2. As contribuições parafiscais. 5.2.1. As taxas de regulação económica e a proteção constitucional dos contribuintes. 5.2.2. A quantificação das taxas de regulação económica. 5.3. Tributos extrafiscais e sanções. 6. Os benefícios fiscais. III. A relação jurídica tributária. 1. Noções introdutórias. 2. Sujeitos da relação jurídica tributária. 2.1. Categorias de sujeitos passivos. 2.2. Contribuinte, substituto e substituído tributário. 2.3. A responsabilidade tributária: caracterização, pressupostos e procedimento. 2.4. Casos de responsabilidade tributária previstos na lei. 2.4.1. Responsabilidade do titular de estabelecimento individual de responsabilidade limitada. 2.4.2. Responsabilidade tributária dos liquidatários das sociedades. 2.4.3. Responsabilidade de gestores de bens ou direitos de não residentes. 2.4.4. Responsabilidade em caso de substituição tributária. 2.4.5. A responsabilidade dos corpos sociais e responsáveis técnicos de sociedades de responsabilidade limitada, cooperativas e empresas públicas. 2.4.6. Responsabilidade tributária e culpa. 2.4.7. A averiguação da culpa dos gestores e responsáveis técnicos. 2.4.8. Outras situações que poderiam conduzir a responsabilidade tributária. 2.5. Os promotores e utilizadores de esquemas de planeamento fiscal agressivo. 2.6. A sucessão tributária. 3. Prestação tributária e deveres de cooperação. 4. Constituição, alteração e extinção da relação jurídica tributária. 4.1. Noções introdutórias. 4.2. “Tatbestand” sistemático de imposto. 4.3. Constituição da relação jurídica tributária. 4.4. Alteração dos elementos essenciais da relação jurídica tributária e o exemplo dos preços de transferência e dos acordos prévios vinculativos. 4.5. A proibição de moratórias, a indisponibilidade do crédito tributário, o princípio da igualdade e os regimes excecionais de regularização da dívida tributária (RERT I, II e III). 4.6. A extinção da relação jurídica tributária. 4.6.1. Noções Introdutórias. 4.6.2. As modalidades de cobrança ou pagamento. 4.6.3. Caducidade. 4.6.4. Prescrição. 4.7. Juros compensatórios, de mora e indemnizatórios. IV. Princípios constitucionais formais e materiais. 1. Noções Introdutórias. 2. Estado fiscal, estado-dívida e a era pós-estado. O memorando de entendimento. V. O princípio da legalidade fiscal. 1. Noções Introdutórias. 2. A reserva de lei fiscal e sua justificação. 3. A reserva de lei competencial. 3.1. Reserva relativa de competência da AR em matéria fiscal e as competências de harmonização fiscal da EU. 3.2. As autorizações legislativas ao governo. 3.3. As exigências de determinação das leis de autorização legislativa. 3.3.1. A tripla vertente das autorizações legislativas. 3.3.2. A função de orientação política. 3.3.3. Sentido das autorizações legislativas e os elementos essenciais do imposto. 3.4. Poder tributário das regiões autónomas. 3.4.1. Poder tributário próprio. 3.4.2. Criação de impostos vs. adaptação dos elementos essenciais do imposto. 3.4.3. Poder tributário próprio e de adaptação nas leis das finanças regionais. 3.5. Poder tributário das autarquias locais. 4. A reserva material ou princípio da tipicidade fiscal. 4.1. Noções Introdutórias. 4.2. Art.103.º n.º 2 da Constituição e os elementos essenciais dos impostos. 4.2.1. “Na” e o “Quantum” da Obrigação Tributária - a incidência em sentido amplo. 4.2.2. Lançamento e liquidação e a quantificação do imposto. 4.2.3. A «Taxa» (Imposto) de comercialização de produtos de saúde, a sua quantificação e a reserva de lei. 4.2.4. Tribunal Constitucional: quantificação, regras materiais ou substantivas e regras procedimentais ou processuais. 4.2.5. A taxa ou alíquota. 4.2.6. Os Benefícios Fiscais no Contexto do art.103.º, n.º 2, da CRP. 4.2.7. As garantias dos contribuintes. 4.3. Criminalização, agravação, descriminalização ou atenuação. 4.4. Restrições e desagravamentos das garantias dos contribuintes-administrados. 5. Determinação e indeterminação. 5.1. Conceito. 5.2. Grau de determinação legal exigível e controlo judicial. 5.3. A posição da jurisprudência. 5.4. Remissões da lei formal para regulamento ou decreto-lei não autorizado. 6. O art. 103.º n.º 3 da CRP. VI. O princípio da proibição da retroatividade fiscal. 1. Conceito e critérios. 2. Leis procedimentais e processuais. 3. Leis substantivas. 3.1. Impostos de obrigação única e impostos periódicos. 3.2. As taxas liberatórias e as tributações autónomas. 3.3. Conceito de retroatividade para efeitos do IVA. 4. A proibição da retroatividade como manifestação do princípio da segurança jurídica. 5. A posição do Tribunal Constitucional. 6. Conclusões. 7. Retrospetividade e princípio da proteção da confiança. 7.1. Significado de retrospetividade. 7.2. Princípio da proteção da confiança: critérios jurisprudenciais de densificação. 7.3. A pouca relevância dada à proteção da confiança? 7.4. Os princípios da proteção da confiança e da auto- revisibilidade das leis. 8. Normas oneradoras e normas desoneradoras do sujeito passivo. 9. Cláusulas antiabuso. VII. O princípio da igualdade fiscal. 1. Noções introdutórias. 2. O princípio da capacidade contributiva como princípio estruturante e medida da igualdade económica aplicada aos impostos. 3. Os princípios da capacidade contributiva e do benefício e a comparabilidade. 4. A proibição de impostos confiscatórios. 5. Tributos sinalagmáticos. VIII. O princípio da tributação do rendimento real. 1. Tributação do rendimento real e deveres declarativos e de cooperação. A Fiscalização. 2. A tributação do rendimento real das empresas e a dedutibilidade dos gastos. 3. O caso da dedutibilidade de juros. 4. O alcance da tributação do rendimento real: limites traçados pelo princípio da capacidade contributiva e os direitos de propriedade e iniciativa privada. 5. A importância da tributação do rendimento real. 6. O mito da tributação do rendimento real. 7. Métodos indiretos de tributação na LGT. 7.1. Noções Introdutórias. 7.2. Os pressupostos para a aplicação dos métodos indiretos. 7.3. Métodos indiretos e diminuição da medida da prova. 7.4. As manifestações de fortuna como presunção de rendimento não declarado. 7.5. Conclusões. 8. A tributação do rendimento real e as tributações autónomas. 8.1. As despesas não documentadas e despesas confidenciais. 8.2. Evolução histórica do regime jurídico-fiscal aplicável às despesas não documentadas. 8.3. A tributação autónoma. 8.4. Caracterização da tributação autónoma. 8.5. O regime das despesas não documentadas no direito comparado. 8.6. Enquadramento jurídico-constitucional da tributação autónoma. 8.6.1. A jurisprudência do STA e do Tribunal Constitucional. 8.6.2. A caracterização da tributação autónoma pela doutrina. 8.7. Conclusões. IX. O princípio da praticabilidade. 1. As presunções inilidíveis e as tipificações legais. 2. A constitucionalidade das tipificações legais. 3. As presunções consagradas nas normas de incidência tributária, os artigos 73.° e 74.° da LGT e 64.° do CPPT. 4. A proibição de presunções e o ónus da prova em direito fiscal. X. A interpretação das leis fiscais. 1. Noções introdutórias. 2. A interpretação da lei fiscal segundo os critérios de interpretação. 3. A importação pela lei fiscal de conceitos do direito civil e de outros domínios científicos. 3.1. A interpretação autónoma e o art. 11.° n.º 2 da LGT. 3.2. a interpretação segundo a substância económica dos factos e o art. 11.º n.º 3 da LGT. 4. A interpretação conforme à constituição e ao direito europeu e internacional. 5. indeterminação legal e analogia. 6. Interpretação teleológica, analogia e abuso. XI. A elisão ou abuso fiscal, evasão e fraude fiscais, e planeamento fiscal agressivo. 1. Segurança jurídica e justiça fiscal. 2. Da inexistência de facto tributário à evasão e fraude fiscais. 3. Planeamento fiscal e moralidade fiscal. 4. Lacunas legais intencionais e não intencionais. 5. Lacunas não intencionais e disparidades. 6. Técnicas legislativas de redução das lacunas não intencionais. 7. Técnicas legislativas de redução das disparidades. 8. A evasão fiscal. 9. A elisão ou abuso fiscal. 9.1. A necessidade de cláusulas antiabuso. 9.2. Art. 38.° n.º 2 da LGT. 9.3. Planeamento fiscal vs. abuso fiscal: o caso da isenção das mais-valias resultantes da alienação de ações. 10. A elisão fiscal no direito comparado. 11. O princípio do abuso no direito europeu. 11.1. Impostos diretos não harmonizados. 11.2. Impostos diretos parcialmente harmonizados. 11.3. IVA. 11.4. Recomendação de cláusulas gerais antiabuso. 12. «O Teste da Finalidade Principal» (Principal Purpose Test, «PPT») na ação 6 do BEPS. 13. Evasão fiscal, elisão ou abuso fiscal e planeamento fiscal agressivo. 14. O planeamento fiscal agressivo segundo o Decreto-Lei n.º 29/2008, de 25 de fevereiro. Lista de bibliografia.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Copy number Status Date due Barcode
Monografias Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ23.D.32 (Browse shelf) PJ35579 Available PJ135579

Nota introdutória. Lista das principais abreviaturas. I. Introdução. 1. Caracterização do Direito Fiscal. A autonomia do Direito Fiscal como ramo de Direito. 2. Princípios estruturantes. 3. A coerência do ordenamento jurídico fiscal. 4. O Direito Fiscal geral e os Direitos Fiscais especiais. 5. O Direito Fiscal Internacional. 6. O Direito Fiscal Europeu. 7. Direito fiscal, pluralismos jurídicos e globalização. II. Os tributos. 1. O conceito de tributos. 2. O sistema fiscal e tipos de normas. 3. Os impostos. 3.1. Conceito e elementos essenciais. 3.2. Elementos dos impostos nos estados de direito. 3.3. A posição do Tribunal Constitucional. 3.4. Conceito de imposto na doutrina portuguesa. 3.5. Conclusões. 3.6. Classificações dos impostos no sistema fiscal português. 3.6.1. Impostos sobre o rendimento, o consumo e o património. 3.6.2. Impostos reais e impostos pessoais: a crise do imposto pessoal. 3.6.3. Impostos proporcionais, progressivos e regressivos. 3.6.4. Impostos diretos e indiretos. 3.6.5. Impostos de obrigação única e impostos periódicos. 4. As taxas. 4.1. Conceito e elementos essenciais. 4.2. A remoção de obstáculos jurídicos. 4.3. A quantificação das taxas e o princípio da cobertura de custos. 4.4. A manifesta desproporcionalidade. 4.5. Conclusões. 5. As contribuições financeiras. 5.1. Conceito. 5.2. As contribuições parafiscais. 5.2.1. As taxas de regulação económica e a proteção constitucional dos contribuintes. 5.2.2. A quantificação das taxas de regulação económica. 5.3. Tributos extrafiscais e sanções. 6. Os benefícios fiscais. III. A relação jurídica tributária. 1. Noções introdutórias. 2. Sujeitos da relação jurídica tributária. 2.1. Categorias de sujeitos passivos. 2.2. Contribuinte, substituto e substituído tributário. 2.3. A responsabilidade tributária: caracterização, pressupostos e procedimento. 2.4. Casos de responsabilidade tributária previstos na lei. 2.4.1. Responsabilidade do titular de estabelecimento individual de responsabilidade limitada. 2.4.2. Responsabilidade tributária dos liquidatários das sociedades. 2.4.3. Responsabilidade de gestores de bens ou direitos de não residentes. 2.4.4. Responsabilidade em caso de substituição tributária. 2.4.5. A responsabilidade dos corpos sociais e responsáveis técnicos de sociedades de responsabilidade limitada, cooperativas e empresas públicas. 2.4.6. Responsabilidade tributária e culpa. 2.4.7. A averiguação da culpa dos gestores e responsáveis técnicos. 2.4.8. Outras situações que poderiam conduzir a responsabilidade tributária. 2.5. Os promotores e utilizadores de esquemas de planeamento fiscal agressivo. 2.6. A sucessão tributária. 3. Prestação tributária e deveres de cooperação. 4. Constituição, alteração e extinção da relação jurídica tributária. 4.1. Noções introdutórias. 4.2. “Tatbestand” sistemático de imposto. 4.3. Constituição da relação jurídica tributária. 4.4. Alteração dos elementos essenciais da relação jurídica tributária e o exemplo dos preços de transferência e dos acordos prévios vinculativos. 4.5. A proibição de moratórias, a indisponibilidade do crédito tributário, o princípio da igualdade e os regimes excecionais de regularização da dívida tributária (RERT I, II e III). 4.6. A extinção da relação jurídica tributária. 4.6.1. Noções Introdutórias. 4.6.2. As modalidades de cobrança ou pagamento. 4.6.3. Caducidade. 4.6.4. Prescrição. 4.7. Juros compensatórios, de mora e indemnizatórios. IV. Princípios constitucionais formais e materiais. 1. Noções Introdutórias. 2. Estado fiscal, estado-dívida e a era pós-estado. O memorando de entendimento. V. O princípio da legalidade fiscal. 1. Noções Introdutórias. 2. A reserva de lei fiscal e sua justificação. 3. A reserva de lei competencial. 3.1. Reserva relativa de competência da AR em matéria fiscal e as competências de harmonização fiscal da EU. 3.2. As autorizações legislativas ao governo. 3.3. As exigências de determinação das leis de autorização legislativa. 3.3.1. A tripla vertente das autorizações legislativas. 3.3.2. A função de orientação política. 3.3.3. Sentido das autorizações legislativas e os elementos essenciais do imposto. 3.4. Poder tributário das regiões autónomas. 3.4.1. Poder tributário próprio. 3.4.2. Criação de impostos vs. adaptação dos elementos essenciais do imposto. 3.4.3. Poder tributário próprio e de adaptação nas leis das finanças regionais. 3.5. Poder tributário das autarquias locais. 4. A reserva material ou princípio da tipicidade fiscal. 4.1. Noções Introdutórias. 4.2. Art.103.º n.º 2 da Constituição e os elementos essenciais dos impostos. 4.2.1. “Na” e o “Quantum” da Obrigação Tributária - a incidência em sentido amplo. 4.2.2. Lançamento e liquidação e a quantificação do imposto. 4.2.3. A «Taxa» (Imposto) de comercialização de produtos de saúde, a sua quantificação e a reserva de lei. 4.2.4. Tribunal Constitucional: quantificação, regras materiais ou substantivas e regras procedimentais ou processuais. 4.2.5. A taxa ou alíquota. 4.2.6. Os Benefícios Fiscais no Contexto do art.103.º, n.º 2, da CRP. 4.2.7. As garantias dos contribuintes. 4.3. Criminalização, agravação, descriminalização ou atenuação. 4.4. Restrições e desagravamentos das garantias dos contribuintes-administrados. 5. Determinação e indeterminação. 5.1. Conceito. 5.2. Grau de determinação legal exigível e controlo judicial. 5.3. A posição da jurisprudência. 5.4. Remissões da lei formal para regulamento ou decreto-lei não autorizado. 6. O art. 103.º n.º 3 da CRP. VI. O princípio da proibição da retroatividade fiscal. 1. Conceito e critérios. 2. Leis procedimentais e processuais. 3. Leis substantivas. 3.1. Impostos de obrigação única e impostos periódicos. 3.2. As taxas liberatórias e as tributações autónomas. 3.3. Conceito de retroatividade para efeitos do IVA. 4. A proibição da retroatividade como manifestação do princípio da segurança jurídica. 5. A posição do Tribunal Constitucional. 6. Conclusões. 7. Retrospetividade e princípio da proteção da confiança. 7.1. Significado de retrospetividade. 7.2. Princípio da proteção da confiança: critérios jurisprudenciais de densificação. 7.3. A pouca relevância dada à proteção da confiança? 7.4. Os princípios da proteção da confiança e da auto- revisibilidade das leis. 8. Normas oneradoras e normas desoneradoras do sujeito passivo. 9. Cláusulas antiabuso. VII. O princípio da igualdade fiscal. 1. Noções introdutórias. 2. O princípio da capacidade contributiva como princípio estruturante e medida da igualdade económica aplicada aos impostos. 3. Os princípios da capacidade contributiva e do benefício e a comparabilidade. 4. A proibição de impostos confiscatórios. 5. Tributos sinalagmáticos. VIII. O princípio da tributação do rendimento real. 1. Tributação do rendimento real e deveres declarativos e de cooperação. A Fiscalização. 2. A tributação do rendimento real das empresas e a dedutibilidade dos gastos. 3. O caso da dedutibilidade de juros. 4. O alcance da tributação do rendimento real: limites traçados pelo princípio da capacidade contributiva e os direitos de propriedade e iniciativa privada. 5. A importância da tributação do rendimento real. 6. O mito da tributação do rendimento real. 7. Métodos indiretos de tributação na LGT. 7.1. Noções Introdutórias. 7.2. Os pressupostos para a aplicação dos métodos indiretos. 7.3. Métodos indiretos e diminuição da medida da prova. 7.4. As manifestações de fortuna como presunção de rendimento não declarado. 7.5. Conclusões. 8. A tributação do rendimento real e as tributações autónomas. 8.1. As despesas não documentadas e despesas confidenciais. 8.2. Evolução histórica do regime jurídico-fiscal aplicável às despesas não documentadas. 8.3. A tributação autónoma. 8.4. Caracterização da tributação autónoma. 8.5. O regime das despesas não documentadas no direito comparado. 8.6. Enquadramento jurídico-constitucional da tributação autónoma. 8.6.1. A jurisprudência do STA e do Tribunal Constitucional. 8.6.2. A caracterização da tributação autónoma pela doutrina. 8.7. Conclusões. IX. O princípio da praticabilidade. 1.

As presunções inilidíveis e as tipificações legais. 2. A constitucionalidade das tipificações legais. 3. As presunções consagradas nas normas de incidência tributária, os artigos 73.° e 74.° da LGT e 64.° do CPPT. 4. A proibição de presunções e o ónus da prova em direito fiscal. X. A interpretação das leis fiscais. 1. Noções introdutórias. 2. A interpretação da lei fiscal segundo os critérios de interpretação. 3. A importação pela lei fiscal de conceitos do direito civil e de outros domínios científicos. 3.1. A interpretação autónoma e o art. 11.° n.º 2 da LGT. 3.2. a interpretação segundo a substância económica dos factos e o art. 11.º n.º 3 da LGT. 4. A interpretação conforme à constituição e ao direito europeu e internacional. 5. indeterminação legal e analogia. 6. Interpretação teleológica, analogia e abuso. XI. A elisão ou abuso fiscal, evasão e fraude fiscais, e planeamento fiscal agressivo. 1. Segurança jurídica e justiça fiscal. 2. Da inexistência de facto tributário à evasão e fraude fiscais. 3. Planeamento fiscal e moralidade fiscal. 4. Lacunas legais intencionais e não intencionais. 5. Lacunas não intencionais e disparidades. 6. Técnicas legislativas de redução das lacunas não intencionais. 7. Técnicas legislativas de redução das disparidades. 8. A evasão fiscal. 9. A elisão ou abuso fiscal. 9.1. A necessidade de cláusulas antiabuso. 9.2. Art. 38.° n.º 2 da LGT. 9.3. Planeamento fiscal vs. abuso fiscal: o caso da isenção das mais-valias resultantes da alienação de ações. 10. A elisão fiscal no direito comparado. 11. O princípio do abuso no direito europeu. 11.1. Impostos diretos não harmonizados. 11.2. Impostos diretos parcialmente harmonizados. 11.3. IVA. 11.4. Recomendação de cláusulas gerais antiabuso. 12. «O Teste da Finalidade Principal» (Principal Purpose Test, «PPT») na ação 6 do BEPS. 13. Evasão fiscal, elisão ou abuso fiscal e planeamento fiscal agressivo. 14. O planeamento fiscal agressivo segundo o Decreto-Lei n.º 29/2008, de 25 de fevereiro. Lista de bibliografia.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.