Estatísticas APAV [Recurso eletrónico] : estatísticas em foco : stalking
Autor institucional: ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À VÍTIMA. Unidade de EstatísticaIdioma: Português.Publicação: Lisboa : APAV, [2014?]Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 336840 | 321365 | 345286 | 410456 | 252355 | 232358Resumo: "O stalking/assédio persistente é uma forma de violência definida como um conjunto de comportamentos de assédio praticados, de forma persistente, por uma pessoa contra outra, sem que esta os deseje e/ou consinta. O stalking é, portanto, um assédio persistente. O/A autor/a destes comportamentos de assédio pode ou não ser alguém que a vítima conhece, ainda que frequentemente o assédio persistente seja praticado por ex-parceiros/as íntimos/as. (...) Sem legislação própria nacional que reconheça esta forma de vitimação, não existem dados estatísticos nacionais provenientes das autoridades policiais sobre este fenómeno. Os dados a seguir apresentados reportam-se a estudos nacionais e internacionais sobre a prevalência deste tipo de violência relacional, ou seja, sobre o número de pessoas que já foram, em algum momento das suas vidas, alvo deste tipo de violência. Parece, contudo, ainda existir uma discrepância para os resultados obtidos entre os estudos no que se reporta à prevalência de vitimação entre mulheres portuguesas."| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD248 (Browse shelf) | PJCD248 | Available | PJ1CD248_3 |
Ficheiro de 978 KB em formato PDF (4 p.). Disponível também em: https://apav.pt/apav_v2/images/pdf/Estatisticas_APAV_Stalking.pdf. Acedido a 05 de maio de 2014.
"O stalking/assédio persistente é uma forma de violência definida como um conjunto de comportamentos de assédio praticados, de forma persistente, por uma pessoa contra outra, sem que esta os deseje e/ou consinta. O stalking é, portanto, um assédio persistente. O/A autor/a destes comportamentos de assédio pode ou não ser alguém que a vítima conhece, ainda que frequentemente o assédio persistente seja praticado por ex-parceiros/as íntimos/as. (...) Sem legislação própria nacional que reconheça esta forma de vitimação, não existem dados estatísticos nacionais provenientes das autoridades policiais sobre este fenómeno. Os dados a seguir apresentados reportam-se a estudos nacionais e internacionais sobre a prevalência deste tipo de violência relacional, ou seja, sobre o número de pessoas que já foram, em algum momento das suas vidas, alvo deste tipo de violência. Parece, contudo, ainda existir uma discrepância para os resultados obtidos entre os estudos no que se reporta à prevalência de vitimação entre mulheres portuguesas."
There are no comments for this item.