O branqueamento de capitais em Portugal e respectiva actuação das entidades reguladoras [Recurso eletrónico] / Artur Jorge Narciso Ramos Dias
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2012Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 243734 | 238882 | 323405 | 349242 | 100339 | 245947 | 334284Resumo: Com a crise económica que o Mundo inteiro atravessa o tema do “Branqueamento de Capitais” torna-se extremamente importante pois até agora este tema nunca foi estudado com a atenção que merece, ou seja, era defendido por muitos que o controlo deste crime era da responsabilidade apenas do Estado. Face a esta constatação, o objectivo desta dissertação é verificar se Portugal possui um modelo de prevenção e repressão do branqueamento de capitais e da criminalidade financeira. Esta investigação vai centrar-se no estudo e análise dos distintos instrumentos internacionais para posteriormente efectuar cruzamento sobre o que é feito em Portugal quer pelas Entidades Supervisoras, quer pelas Instituições Financeiras e não menos importante pelo Estado. Em primeiro lugar foi efectuado o enquadramento histórico face à tomada de consciência da comunidade internacional de que o branqueamento de capitais é um fenómeno que afecta os pilares das economias dos países desenvolvidos, explicando-se, nomeadamente, as competências das organizações internacionais que se dedicam à análise deste fenómeno para que se possa entender a sua utilidade. Esta análise irá permitir verificar o que é efectuado quer a nível mundial quer a nível nacional verificando quais as metodologias utilizadas em Portugal. Por outro lado, serão analisados os impactos do crime de Branqueamento de Capitais a nível Social; Económico e Político, tendo em conta os diversos Autores que escreveram sobre esta temática. Conclui-se que Portugal tem toda a legislação necessária para poder efectuar combate eficaz ao Branqueamento de capitais, no entanto, será necessário efectuar mudanças profundas no sistema judicial que permita que este se torne mais rápido e eficaz.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD241 (Browse shelf) | PJCD241 | Available | PJ1CD241_57 |
Dissertação de mestrado em Finanças, apresentada ao Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa, sob a orientação de Maria Rosa Borges. Ficheiro de 848 KB em formato PDF (40 p.). Resumo inserto na publicação.
Com a crise económica que o Mundo inteiro atravessa o tema do “Branqueamento de Capitais” torna-se extremamente importante pois até agora este tema nunca foi estudado com a atenção que merece, ou seja, era defendido por muitos que o controlo deste crime era da responsabilidade apenas do Estado. Face a esta constatação, o objectivo desta dissertação é verificar se Portugal possui um modelo de prevenção e repressão do branqueamento de capitais e da criminalidade financeira. Esta investigação vai centrar-se no estudo e análise dos distintos instrumentos internacionais para posteriormente efectuar cruzamento sobre o que é feito em Portugal quer pelas Entidades Supervisoras, quer pelas Instituições Financeiras e não menos importante pelo Estado. Em primeiro lugar foi efectuado o enquadramento histórico face à tomada de consciência da comunidade internacional de que o branqueamento de capitais é um fenómeno que afecta os pilares das economias dos países desenvolvidos, explicando-se, nomeadamente, as competências das organizações internacionais que se dedicam à análise deste fenómeno para que se possa entender a sua utilidade. Esta análise irá permitir verificar o que é efectuado quer a nível mundial quer a nível nacional verificando quais as metodologias utilizadas em Portugal. Por outro lado, serão analisados os impactos do crime de Branqueamento de Capitais a nível Social; Económico e Político, tendo em conta os diversos Autores que escreveram sobre esta temática. Conclui-se que Portugal tem toda a legislação necessária para poder efectuar combate eficaz ao Branqueamento de capitais, no entanto, será necessário efectuar mudanças profundas no sistema judicial que permita que este se torne mais rápido e eficaz.
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