Identidades e memórias nas organizações não governamentais [Recurso eletrónico] : criação e reprodução de diálogos de um espírito fundacional / Melanie-Anne Guimarães Morais
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2012Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 350301 | 223659 | 278264 | 334284Resumo: A celebração do 30 aniversário da organização não governamental Amnistia Internacional em Portugal e dos 50 anos da organização a nível mundial, em 2011, configurou um terreno ideal para a observação e análise das determinantes da identificação organizacional e reprodução de memórias no tempo e espaço, desta "comunidade imaginada" (Anderson, 1983) que se pretende transnacional. Este trabalho, de fronteira disciplinar e cruzamento de saberes, propõe uma reflexão sobre o processo da memória – entendido, na linha de Maurice Halbwachs, como colectiva e construída – dentro da organização, nomeadamente sobre os fatores e episódios exaltados como conquistas e procurar compreender de que modo a organização recorre, cria e recria os símbolos organizacionais, bem como uma reflexão sobre o papel dos indivíduos no processo de identificação com os projectos e programas desenvolvidos pelas ONG, pela recolha e análise das histórias de vida de membros de diferentes gerações.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD215 (Browse shelf) | PJCD215 | Available | PJ1CD215_5 |
Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Antropologia, área de especialização Direitos Humanos e Movimentos Sociais, tendo como orientadora Paula Godinho. Resumo do autor. Ficheiro de 3,08 MB em formato PDF (126 p.).
A celebração do 30 aniversário da organização não governamental Amnistia Internacional em Portugal e dos 50 anos da organização a nível mundial, em 2011, configurou um terreno ideal para a observação e análise das determinantes da identificação organizacional e reprodução de memórias no tempo e espaço, desta "comunidade imaginada" (Anderson, 1983) que se pretende transnacional. Este trabalho, de fronteira disciplinar e cruzamento de saberes, propõe uma reflexão sobre o processo da memória – entendido, na linha de Maurice Halbwachs, como colectiva e construída – dentro da organização, nomeadamente sobre os fatores e episódios exaltados como conquistas e procurar compreender de que modo a organização recorre, cria e recria os símbolos organizacionais, bem como uma reflexão sobre o papel dos indivíduos no processo de identificação com os projectos e programas desenvolvidos pelas ONG, pela recolha e análise das histórias de vida de membros de diferentes gerações.
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