Is white-collar crime a form of entrepreneurship? [Recurso eletrónico] / José Neves Cruz
Idioma: Inglês.Edição: 1ª ed.Publicação: [Vilarinho das Cambas] : Edições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude, 2013Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmColeção: Working Papers; 22ISBN: 9789898549693Assunto: 320818 | 225700 | 341295 | 4934Resumo: De acordo com Baumol (1990), o empreendedorismo nem sempre aumenta o valor social, mas, dependendo de fatores contextuais ("regras do jogo"), o talento empresarial pode ser direcionado para atividades improdutivas e destrutivas, designadamente o crime de colarinho branco e o crime organizado. Existe alguma contraprova empírica corroborando esta hipótese. Com base nela, propomos um modelo integrado para o estudo empírico dos fatores individuais do crime do colarinho branco, baseado na combinação de duas abordagens concorrentes que têm sido amplamente utilizadas para identificar os fatores individuais do empreendedorismo: o modelo de traços de personalidade; a teoria do comportamento planeado (TCP). Advogamos que a aplicação dos dois modelos, usando a mesma amostra de indivíduos, produzirá resultados similares para ambos os tipos de intenções e uma forte associação entre intenções empreendedoras e intenções de cometimento do crime de colarinho branco, ou seja, esperamos encontrar fortes similaridades, ao nível da personalidade e ao nível das intenções, entre os empreendedores e os ofensores de colarinho branco.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD215 (Browse shelf) | PJCD215 | Available | PJ1CD215 |
Resumo inserto na publicação.
De acordo com Baumol (1990), o empreendedorismo nem sempre aumenta o valor social, mas, dependendo de fatores contextuais ("regras do jogo"), o talento empresarial pode ser direcionado para atividades improdutivas e destrutivas, designadamente o crime de colarinho branco e o crime organizado. Existe alguma contraprova empírica corroborando esta hipótese. Com base nela, propomos um modelo integrado para o estudo empírico dos fatores individuais do crime do colarinho branco, baseado na combinação de duas abordagens concorrentes que têm sido amplamente utilizadas para identificar os fatores individuais do empreendedorismo: o modelo de traços de personalidade; a teoria do comportamento planeado (TCP). Advogamos que a aplicação dos dois modelos, usando a mesma amostra de indivíduos, produzirá resultados similares para ambos os tipos de intenções e uma forte associação entre intenções empreendedoras e intenções de cometimento do crime de colarinho branco, ou seja, esperamos encontrar fortes similaridades, ao nível da personalidade e ao nível das intenções, entre os empreendedores e os ofensores de colarinho branco.
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