Abusadores sexuales [Recurso eletrónico] : una perspectiva neuropsicológica / Pedro Jorge Nunes Pombo
Idioma: Espanhol.Publicação: Salamanca : [s.n.], 2011Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 242574 | 320881 | 1361 | 114897 | 334284Resumo: Esta tese mostra o estudo, desde o ponto de vista da Neuropsicologia, a experiência do abuso sexual de crianças, mas na perspetiva do abusador, tentando descodificar as relações entre o cérebro e os processos cognitivos, emocionais e comportamentais. Inicialmente abordaram-se as várias concepções dos abusos sexuais; abuso sexual intrafamiliar e fora do núcleo familiar, a evolução do sistema jurídico português relativamente aos abusos sexuais. Analisou-se um estudo, realizado entre 2003-2007, sobre dados da Polícia Judiciária, mormente sobre crimes de abuso sexual. Explicou-se a evolução da neuropsicologia, o cérebro e o sistema nervoso central, assim como os síndromes frontais; Dorso lateral; Orbital e Medial, outrossim a relação entre a neuropsicologia e o comportamento social. A conduta social pode-se considerar como consequência de uma função executiva cerebral conjuntamente com outras funções cerebrais. Lesões no lóbulo frontal altera de forma clara a personalidade dos indivíduos. O córtex pré-frontal é importante para a formalização, implementação e regulação do comportamento dirigido a uns objetivos concretos ou para alcançar determinada meta, necessários no adequado funcionamento social. Na parte empírica analisou-se os rendimentos neuropsicológicos de sujeitos, do sexo masculino, detidos, por crimes de abuso sexual, com idades compreendidas entre os 25 e os 51 anos, comparando-se com um grupo de controlo, num total de 70 sujeitos, dos quais 32 eram abusadores sexuais e 38 sujeitos normais.Os instrumentos utilizados foram: Series gráficas de Lúria (Lúria, 1979); Prova do desenho do relógio (Shulman, 2000); Mini Exame do Estado Mental (Folstein, 1975); Figura complexa de Rey (Bennett-Levy, 1984); Serie de fluidez verbal (Abwender, Swan, Bowerman, Connolly, 2001); Teste de dígitos de WAIS (Wechsler, 2009); Trail Making Test forma A y B (Bowie y Harve, 2006); Provas de Ressonância Magnética.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD184 (Browse shelf) | PJCD184 | Available | PJ1CD184_2 |
Resumo do autor. Tese elaborada com vista a obtenção do grau de Doutor na Faculdade de Psicologia (Departamento de Psicología Básica, Psicobiología y Metodología de las Ciencias del Comportamiento) da Universidade de Salamanca, tendo como orientadores Miguel Pérez Fernández e Marisalva Fernandes Fávero.
Esta tese mostra o estudo, desde o ponto de vista da Neuropsicologia, a experiência do abuso sexual de crianças, mas na perspetiva do abusador, tentando descodificar as relações entre o cérebro e os processos cognitivos, emocionais e comportamentais. Inicialmente abordaram-se as várias concepções dos abusos sexuais; abuso sexual intrafamiliar e fora do núcleo familiar, a evolução do sistema jurídico português relativamente aos abusos sexuais. Analisou-se um estudo, realizado entre 2003-2007, sobre dados da Polícia Judiciária, mormente sobre crimes de abuso sexual. Explicou-se a evolução da neuropsicologia, o cérebro e o sistema nervoso central, assim como os síndromes frontais; Dorso lateral; Orbital e Medial, outrossim a relação entre a neuropsicologia e o comportamento social. A conduta social pode-se considerar como consequência de uma função executiva cerebral conjuntamente com outras funções cerebrais. Lesões no lóbulo frontal altera de forma clara a personalidade dos indivíduos. O córtex pré-frontal é importante para a formalização, implementação e regulação do comportamento dirigido a uns objetivos concretos ou para alcançar determinada meta, necessários no adequado funcionamento social. Na parte empírica analisou-se os rendimentos neuropsicológicos de sujeitos, do sexo masculino, detidos, por crimes de abuso sexual, com idades compreendidas entre os 25 e os 51 anos, comparando-se com um grupo de controlo, num total de 70 sujeitos, dos quais 32 eram abusadores sexuais e 38 sujeitos normais.Os instrumentos utilizados foram: Series gráficas de Lúria (Lúria, 1979); Prova do desenho do relógio (Shulman, 2000); Mini Exame do Estado Mental (Folstein, 1975); Figura complexa de Rey (Bennett-Levy, 1984); Serie de fluidez verbal (Abwender, Swan, Bowerman, Connolly, 2001); Teste de dígitos de WAIS (Wechsler, 2009); Trail Making Test forma A y B (Bowie y Harve, 2006); Provas de Ressonância Magnética.
There are no comments for this item.