Portugal nas redes internacionais do tráfico de seres humanos (crianças) [Recurso eletrónico] / Cristina Maria Rombão Cardoso Garcia Saragoça
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2010Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 264139 | 250370 | 326676 | 225700 | 347107 | 334284Resumo: Muitas vezes chamado de "escravatura moderna," o TSH tem sido perpetrado por décadas, podemos até identificá-lo no início da sociedade humana. No entanto, ainda não se sabe muito sobre a sua dinâmica. De acordo com o último relatório do Departamento do Governo dos Estados Unidos (baseado em dados da Organização Internacional do Trabalho - OIT), o número de pessoas traficadas em matéria de trabalho forçado e de exploração sexual foi estimado em cerca de 12,3 milhões. Considerando essa grandeza, a ONG "Terre des Hommes" estima que um número de crianças situado entre os 300,000 milhões e os 1,2 milhões sejam traficadas por ano. Uma forma de combater e eliminar esse crime reside na tentativa de compreender as raízes do TSH e cada vez mais na importância do papel desempenhado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e pela Convenção sobre os Direitos da Criança. O tráfico de crianças é visto não só como uma violação grosseira dos direitos humanos, mas também como uma questão de trabalho infantil, entre outras formas de exploração. Este facto pode induzir à ideia de um conflito entre a economia e os direitos humanos em contextos de crise económica e social. O que numa perspectiva de globalização, resulta numa ampliação deste crime hediondo. Neste contexto, tendo em atenção o passado histórico e cultural português, a grande questão deste estudo é a de entender qual é a situação em Portugal, considerando as redes transnacionais de TSH e o seu "modus operandi" (com especial atenção para com as crianças). As respostas a esta questão são e foram muito difíceis de obter. Apenas foi possível aceder aos dados da Direcção-Geral da Administração Interna, da Associação de Planeamento Familiar, do Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil e do recém-criado Observatório para o Tráfico Humano.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD143 (Browse shelf) | PJCD143 | Available | PJ1CD143_43 |
Dissertação do Curso de Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional do Instituto Superior de Economia e Gestão - Universidade Técnica de Lisboa. Resumo inserto no próprio documento. Ficheiro de 1,21 Mb em formato pdf (117 p.). Também disponível em: https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/2923/1/PORTUGAL%20REDES%20INT%20TRAFICO%20SERES%20HUMANOS%20CRIANCAS.pdf.Acedido a 13 de Abril de 2011.
Muitas vezes chamado de "escravatura moderna," o TSH tem sido perpetrado por décadas, podemos até identificá-lo no início da sociedade humana. No entanto, ainda não se sabe muito sobre a sua dinâmica. De acordo com o último relatório do Departamento do Governo dos Estados Unidos (baseado em dados da Organização Internacional do Trabalho - OIT), o número de pessoas traficadas em matéria de trabalho forçado e de exploração sexual foi estimado em cerca de 12,3 milhões. Considerando essa grandeza, a ONG "Terre des Hommes" estima que um número de crianças situado entre os 300,000 milhões e os 1,2 milhões sejam traficadas por ano. Uma forma de combater e eliminar esse crime reside na tentativa de compreender as raízes do TSH e cada vez mais na importância do papel desempenhado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e pela Convenção sobre os Direitos da Criança. O tráfico de crianças é visto não só como uma violação grosseira dos direitos humanos, mas também como uma questão de trabalho infantil, entre outras formas de exploração. Este facto pode induzir à ideia de um conflito entre a economia e os direitos humanos em contextos de crise económica e social. O que numa perspectiva de globalização, resulta numa ampliação deste crime hediondo. Neste contexto, tendo em atenção o passado histórico e cultural português, a grande questão deste estudo é a de entender qual é a situação em Portugal, considerando as redes transnacionais de TSH e o seu "modus operandi" (com especial atenção para com as crianças). As respostas a esta questão são e foram muito difíceis de obter. Apenas foi possível aceder aos dados da Direcção-Geral da Administração Interna, da Associação de Planeamento Familiar, do Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil e do recém-criado Observatório para o Tráfico Humano.
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