Influência do medo do crime sobre a representação das forças policiais / Rui Miguel Galante Miranda
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2002Descrição física: 26, [6] p. anexos; 30 cmAssunto: 102489 | 234553 | 323001 | 329182 | 336840 | 3558 | 334284Resumo: "A presente investigação teve como principal objectivo avaliar a influência do medo do crime na representação das forças policiais na população com idade igual ou superior a 18 anos de ambos os sexos. Para este efeito foram efectuados dois estudos. No primeiro estudo participaram 266 indivíduos, 132 homens e 134 mulheres. Foi desenvolvida uma nova medida de avaliação do Índice do medo do crime tendo a análise factorial indicado que esta era composta por três dimensões: reacções somáticas face ao medo do crime, reacções de medo do crime relativas ao factor situacional e reacções de medo do crime face a espaços físicos. As propriedades psicométricas de cada uma destas dimensões revelaram-se adequadas. No segundo estudo participaram 153 indivíduos, 79 homens e 74 mulheres, que teve como objectivo avaliar a relação entre o nível experienciado de medo do crime e a representação do trabalho das forças policiais, tendo-se utilizado o Índice do Medo do Crime desenvolvido no Estudo I e "Perceptions of Police Scales" (Hadar & Snortum, 1975). Os resultados indicaram que as vítimas caracterizam o Polícia ideal utilizando adjectivos mais negativos e valorizam menos um sistema e liderança autoritários do que as não vítimas. As vítimas apresentam valores mais elevados de reacções do medo do crime face ao factor situacional. Para as não vítimas verificou-se uma associação entre o Polícia típico e as reacções de medo do crime face a espaços físicos; entre o Polícia ideal e as reacções somáticas face ao medo do crime; entre o Polícia ideal e as reacções de medo do crime face ao factor situacional; entre o autoritarismo anónimo e as reacções somáticas face ao medo do crime e entre a violência policial e as reacções somáticas face ao factor situacional".| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ21.A.73 (Browse shelf) | PJ31589 | Available | PJ131589 |
Monografia de fim de curso da Licenciatura em Psicologia Criminal e do Comportamento Desviante, do Departamento de Psicologia da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como orientador o Mestre José Brites e coordenador o Professor Doutor Carlos Poiares. Resumo inserto na própria publicação.
"A presente investigação teve como principal objectivo avaliar a influência do medo do crime na representação das forças policiais na população com idade igual ou superior a 18 anos de ambos os sexos. Para este efeito foram efectuados dois estudos. No primeiro estudo participaram 266 indivíduos, 132 homens e 134 mulheres. Foi desenvolvida uma nova medida de avaliação do Índice do medo do crime tendo a análise factorial indicado que esta era composta por três dimensões: reacções somáticas face ao medo do crime, reacções de medo do crime relativas ao factor situacional e reacções de medo do crime face a espaços físicos. As propriedades psicométricas de cada uma destas dimensões revelaram-se adequadas. No segundo estudo participaram 153 indivíduos, 79 homens e 74 mulheres, que teve como objectivo avaliar a relação entre o nível experienciado de medo do crime e a representação do trabalho das forças policiais, tendo-se utilizado o Índice do Medo do Crime desenvolvido no Estudo I e "Perceptions of Police Scales" (Hadar & Snortum, 1975). Os resultados indicaram que as vítimas caracterizam o Polícia ideal utilizando adjectivos mais negativos e valorizam menos um sistema e liderança autoritários do que as não vítimas. As vítimas apresentam valores mais elevados de reacções do medo do crime face ao factor situacional. Para as não vítimas verificou-se uma associação entre o Polícia típico e as reacções de medo do crime face a espaços físicos; entre o Polícia ideal e as reacções somáticas face ao medo do crime; entre o Polícia ideal e as reacções de medo do crime face ao factor situacional; entre o autoritarismo anónimo e as reacções somáticas face ao medo do crime e entre a violência policial e as reacções somáticas face ao factor situacional".
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