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Dos vestígios em ambiente digital à prova digital como intelligence / R. Bravo

Autor: BRAVO, R.Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [Secção de Investigação de Criminalidade de Alta Tecnologia - SCICAT]. [Unidade Nacional de Combate à Corrupção - UNCC]. PJ, 2009Descrição física: 8 p.; 30 cmAssunto: 322061 | 303222 | 273163 | 301395 | 229431Resumo: “A criminalidade nas RIC e através de TIPC deixa vestígios; os dados de tráfego são parte do que deve ser tido por "prova digital"; prova digital é toda a informação passível de extracção de dispositivos electrónicos e que revele a sua actividade e determine ou indicie o autor da mesma; o uso e aproveitamento processual penal da prova digital está para além do arquivo ou do trânsito em julgado do processo criminal; o recurso sistemático às diferentes formas de cifragem desequilibram ou baixam o nível actual do conceito de proporcionalidade para a legitimação do recurso às escutas telefónicas”
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(*)Resumo inserto no próprio texto. Última revisão: 3 Set. 2009.

“A criminalidade nas RIC e através de TIPC deixa vestígios; os dados de tráfego são parte do que deve ser tido por "prova digital"; prova digital é toda a informação passível de extracção de dispositivos electrónicos e que revele a sua actividade e determine ou indicie o autor da mesma; o uso e aproveitamento processual penal da prova digital está para além do arquivo ou do trânsito em julgado do processo criminal; o recurso sistemático às diferentes formas de cifragem desequilibram ou baixam o nível actual do conceito de proporcionalidade para a legitimação do recurso às escutas telefónicas”

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