Normal view MARC view ISBD view

O plural no singular : em homenagem a Joaquim de Montezuma de Carvalho / Francisco Correia das Neves

Autor: NEVES, Francisco Correia dasIdioma: Português.Publicação: Coimbra : Ediliber, 2008Descrição física: 122 p.; 23 cmAssunto: 227045 | 103503Resumo: Introdução. Os começos. Convívio com Teixeira de Pascoaes. A velha amizade. A ida para o Ultramar e o labor cultural de Montezuma. O regresso. A continuação do labor cultural e de escrita. A Biblioteca do Exército e a Feira da Ladra. O interesse por Espinosa e o encanto de Camões. Um passo infeliz de Dante. O amor a Portugal e o nome que os chineses lhe deram. A descoberta de Fernando Pessoa e a previsão de João Gaspar Simões. Montezuma e o Nobel de Literatura Camilo Cela. O périplo literário e geográfico de Montezuma. Jorge Luís Borges e o comentário artístico da metáfora. Continuação do périplo. Os mexicanos Octávio Paz e Sóror Juana Inés de La Cruz. A visita ao Palácio de Chapultepec e o encontro com as raízes. Pe. António Vieira. A mestiçagem. Contactos com outros Prémios "Nobel" e o interesse de Montezuma pelas Literaturas das Américas com uma crítica a Jorge de Sena. O interesse pelas letras brasileiras e espanholas. O encontro com Azorín e a afinidade de Raúl Brandão. O encontro com Menéndez Pidal e o romanceiro português. O elogio dos portugueses por Juan Valera e novamente a portugalidade de Montezuma de Carvalho. Um comentário sobre Unamuno, Mário Soares, a "fome de fama" e o fascínio do "Suave Milagre" de Eça e de Cristo. Novo reparo a Unamuno, a religiosidade da Ibéria, o repúdio do ateísmo comunista e do materialismo. O destaque de Stefan Zweig, seu relacionamento com Portugal e a beleza sentida do "Último Poema". A tradição índia e o romance da “Serpente Emplumada” de Lawrence, o repúdio do racismo e do falso puritanismo. A graça de uma lenda mexicana. O Deus Quetzalcóatl e o Quetzal. A intensidade do labor intelectual e o critério selectivo de Montezuma. Unamuno e Antero. Recordação de Eugénio de Castro e seu convívio com Joaquim de Carvalho. O destaque de Eça de Queiroz e de José Régio. O misticismo de Régio e Santa Teresa de Ávila. O cansaço e o desejo de fuga para Deus. Recordação do "Cântico Negro". O critério poético de Montezuma. O elogio de Mourão-Ferreira. A serpente de Fernando Pessoa e as do painel do tribunal. Ainda Camões e a portugalidade de Montezuma, a Estátua de Guttenberg e o estranho Ezra Pound. A defesa de Camões pelos escritores Norwood Andrews (americano) e Heitor Martins (brasileiro). Comentário a respeito da anotação de Frei José Índio(?) n'Os Lusíadas. O "ladino" e alguns textos deste dialecto. “A trindade dos encantos” de Montezuma. Títulos e distinções atribuídos a Montezuma. Um fecho poético. Montezuma pensador religioso. A nossa tertúlia e a família. O dever do escritor, segundo Montezuma e G. García Marquez. A "descolonização" e a esquerda marxista. A estima da família por pessoas da Beira da Serra. Um modo de ser do Prof. Joaquim de Carvalho. Um olhar de Montezuma sobre Torga e A. Correia de Oliveira. Discordância com Salazar e com o socialismo comunista. O convívio coimbrão entre aquele, Joaquim de Carvalho e o Cardeal Cerejeira e a companhia da "canforeira". A pluralidade e a estima genética de Montezuma e sua ligação ao imperador asteca. O "ex-líbris" e a plural idade do labor de Montezuma. Recordação da “maresia”, cheiro de amizade
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Copy number Status Date due Barcode
Monografias Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ20.C.12 (Browse shelf) PJ30216 Available PJ130216

Separata de "A Comarca de Arganil".

Introdução. Os começos. Convívio com Teixeira de Pascoaes. A velha amizade. A ida para o Ultramar e o labor cultural de Montezuma. O regresso. A continuação do labor cultural e de escrita. A Biblioteca do Exército e a Feira da Ladra. O interesse por Espinosa e o encanto de Camões. Um passo infeliz de Dante. O amor a Portugal e o nome que os chineses lhe deram. A descoberta de Fernando Pessoa e a previsão de João Gaspar Simões. Montezuma e o Nobel de Literatura Camilo Cela. O périplo literário e geográfico de Montezuma. Jorge Luís Borges e o comentário artístico da metáfora. Continuação do périplo. Os mexicanos Octávio Paz e Sóror Juana Inés de La Cruz. A visita ao Palácio de Chapultepec e o encontro com as raízes. Pe. António Vieira. A mestiçagem. Contactos com outros Prémios "Nobel" e o interesse de Montezuma pelas Literaturas das Américas com uma crítica a Jorge de Sena. O interesse pelas letras brasileiras e espanholas. O encontro com Azorín e a afinidade de Raúl Brandão. O encontro com Menéndez Pidal e o romanceiro português. O elogio dos portugueses por Juan Valera e novamente a portugalidade de Montezuma de Carvalho. Um comentário sobre Unamuno, Mário Soares, a "fome de fama" e o fascínio do "Suave Milagre" de Eça e de Cristo. Novo reparo a Unamuno, a religiosidade da Ibéria, o repúdio do ateísmo comunista e do materialismo. O destaque de Stefan Zweig, seu relacionamento com Portugal e a beleza sentida do "Último Poema". A tradição índia e o romance da “Serpente Emplumada” de Lawrence, o repúdio do racismo e do falso puritanismo. A graça de uma lenda mexicana. O Deus Quetzalcóatl e o Quetzal. A intensidade do labor intelectual e o critério selectivo de Montezuma. Unamuno e Antero. Recordação de Eugénio de Castro e seu convívio com Joaquim de Carvalho. O destaque de Eça de Queiroz e de José Régio. O misticismo de Régio e Santa Teresa de Ávila. O cansaço e o desejo de fuga para Deus. Recordação do "Cântico Negro". O critério poético de Montezuma. O elogio de Mourão-Ferreira. A serpente de Fernando Pessoa e as do painel do tribunal. Ainda Camões e a portugalidade de Montezuma, a Estátua de Guttenberg e o estranho Ezra Pound. A defesa de Camões pelos escritores Norwood Andrews (americano) e Heitor Martins (brasileiro). Comentário a respeito da anotação de Frei José Índio(?) n'Os Lusíadas. O "ladino" e alguns textos deste dialecto. “A trindade dos encantos” de Montezuma. Títulos e distinções atribuídos a Montezuma. Um fecho poético. Montezuma pensador religioso. A nossa tertúlia e a família. O dever do escritor, segundo Montezuma e G. García Marquez. A "descolonização" e a esquerda marxista. A estima da família por pessoas da Beira da Serra. Um modo de ser do Prof. Joaquim de Carvalho. Um olhar de Montezuma sobre Torga e A. Correia de Oliveira. Discordância com Salazar e com o socialismo comunista. O convívio coimbrão entre aquele, Joaquim de Carvalho e o Cardeal Cerejeira e a companhia da "canforeira". A pluralidade e a estima genética de Montezuma e sua ligação ao imperador asteca. O "ex-líbris" e a plural idade do labor de Montezuma. Recordação da “maresia”, cheiro de amizade

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.