Filha de Labão / Tomás da Fonseca ; capa Estúdios P. E. A.
Idioma: Português.Publicação: [S.l.] : Publicações Europa-América, [19--] (imp. Oficinas de P.E.A., 1972)Descrição física: 195, [5] p.; 18 cmColeção: Livros De Bolso Europa-América; 32Assunto: 227045Resumo: I - Os sinos dobram. II - Na cova da onça. III - Confissão e agonia duma fera. IV - O que a névoa escondeu. V - Sangue na veia d'água. VI - Última filha de Labão. VII - O fogo abrasa e a trovoada arrasta. VIII - O coração esconde, mas os olhos desvendam. IX - Todas as rosas se abriram. X - A cotovia na lição. XI - A cotovia e o milhafre. XII - O bom humor à cabeceira. XIII - A noite e o seu mistério. XIV - Ao menismo e ao borracho. XV - A caminho do santuário. XVI - A cotovia canta e o mistério desvenda-se. XVII - Subindo o monte do seu calvário. XVIII - Voz do sangue que se foi apagando. XIX - E do céu iam caindo flores. XX - A cotovia voltara ao ninho. XXI - Calcou a aldraba, e a luz fez-se. XXII - Homilia sobre o amor profano. XXIII - De vidro para gemer, de bronze para resistir. XXIV - Luta do homem com a terra. XXV - Bateu a asa e voou longe. XXVI - A cotovia foge ao gavião. XXVII - A guitarra gene e a lua sobe ao céu. XXVIII - No S. Paio da Torreira. XXIX - Um jogo de bisca interrompido. XXX - No céu brilhou de novo a estrela de alva.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ5.F.31 (Browse shelf) | PJVAR854 | Available | PJ1VAR854 |
I - Os sinos dobram. II - Na cova da onça. III - Confissão e agonia duma fera. IV - O que a névoa escondeu. V - Sangue na veia d'água. VI - Última filha de Labão. VII - O fogo abrasa e a trovoada arrasta. VIII - O coração esconde, mas os olhos desvendam. IX - Todas as rosas se abriram. X - A cotovia na lição. XI - A cotovia e o milhafre. XII - O bom humor à cabeceira. XIII - A noite e o seu mistério. XIV - Ao menismo e ao borracho. XV - A caminho do santuário. XVI - A cotovia canta e o mistério desvenda-se. XVII - Subindo o monte do seu calvário. XVIII - Voz do sangue que se foi apagando. XIX - E do céu iam caindo flores. XX - A cotovia voltara ao ninho. XXI - Calcou a aldraba, e a luz fez-se. XXII - Homilia sobre o amor profano. XXIII - De vidro para gemer, de bronze para resistir. XXIV - Luta do homem com a terra. XXV - Bateu a asa e voou longe. XXVI - A cotovia foge ao gavião. XXVII - A guitarra gene e a lua sobe ao céu. XXVIII - No S. Paio da Torreira. XXIX - Um jogo de bisca interrompido. XXX - No céu brilhou de novo a estrela de alva.
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