(Co)incidências neuropsicológicas em psicopatas criminosos e não criminosos / Catarina Isabel Marques Santos Iria
Idioma: Português.Publicação: Porto : [s.n.], 2006Descrição física: xi, 135 p.; 30 cmAssunto: 323418 | 225033 | 320881 | 321365 | 334284 | 6687Resumo: "O objectivo deste estudo visa comparar os dados da avaliação neuropsicológica de medidas de funcionamento pré-frontal de amostras forenses e não forenses, emparelhadas quanto ao nível de psicopatia, avaliado pela PCL: SV. Para avaliação das funções pré-frontais utilizou-se o WCST (aplicado com e sem recompensa), o Teste de Stroop, o TMT A e B e uma versão do Teste de Go/No-go emocional. Apurou-se não haver diferenças estatisticamente significativas entre as duas amostras de psicopatas (criminosos e não criminosos), havendo-as, no entanto, entre as amostras de não psicopatas, especialmente no TMT e no Teste de Stroop. Quando se comparam psicopatas e não psicopatas no interior de cada amostra, verifica-se que os psicopatas de ambas as amostras (forense e não forense) têm pior desempenho do que os não psicopatas em várias medidas do funcionamento pré-frontal. Os resultados sugerem que apesar da psicopatia aparecer associada a défices particulares do funcionamento pré-frontal, podem existir outros factores, para além dos neuropsicológicos, a intervir no comportamento criminal dos psicopatas. Os resultados sugerem também que a importância dos factores neuropsicológicos se torna mais saliente no caso dos criminosos não psicopatas."| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ19.F.40 (Browse shelf) | PJ28740 | Available | PJ128740 |
Dissertação apresentada à Universidade do Porto para a obtenção do grau de Mestre em Ciências Forenses, tendo como orientador o Professor Doutor Fernando Barbosa. Resumo inserto na própria publicação.
"O objectivo deste estudo visa comparar os dados da avaliação neuropsicológica de medidas de funcionamento pré-frontal de amostras forenses e não forenses, emparelhadas quanto ao nível de psicopatia, avaliado pela PCL: SV. Para avaliação das funções pré-frontais utilizou-se o WCST (aplicado com e sem recompensa), o Teste de Stroop, o TMT A e B e uma versão do Teste de Go/No-go emocional. Apurou-se não haver diferenças estatisticamente significativas entre as duas amostras de psicopatas (criminosos e não criminosos), havendo-as, no entanto, entre as amostras de não psicopatas, especialmente no TMT e no Teste de Stroop. Quando se comparam psicopatas e não psicopatas no interior de cada amostra, verifica-se que os psicopatas de ambas as amostras (forense e não forense) têm pior desempenho do que os não psicopatas em várias medidas do funcionamento pré-frontal. Os resultados sugerem que apesar da psicopatia aparecer associada a défices particulares do funcionamento pré-frontal, podem existir outros factores, para além dos neuropsicológicos, a intervir no comportamento criminal dos psicopatas. Os resultados sugerem também que a importância dos factores neuropsicológicos se torna mais saliente no caso dos criminosos não psicopatas."
There are no comments for this item.