Cosmopolitanism and organised violence [Recurso eletrónico] / Mary Kaldor
Idioma: Inglês.Publicação: [London] : Centre for the Study of Global Governance. London School of Economics, 2000Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 343731 | 273845 | 225700Resumo: A autora defende um projecto político cosmopolita como forma de resposta ao alastramento do que ela denomina de “Novas Guerras”. São apresentadas três razões para sustento desta proposta, sendo a primeira a ruptura com a modernidade clássica que está associada com o processo de globalização que é ilustrado pelas mudanças nos padrões da violência organizada. A segunda é uma extrema manifestação da erosão da autonomia do estado-nação sob o impacto da globalização, a qual apelida de “novas guerras”. A terceira, e última, diz respeito ao facto da legitimidade das instituições políticas estar intimamente ligada à protecção física do cidadão. As novas guerras podem ser vistas como “falhas na protecção”. O modo como a protecção aos cidadãos será feita irá mudar o futuro das instituições políticas.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD66 (Browse shelf) | PJCD66 | Available | PJ1CD66_39 |
Texto apresentado na conferência "Conceiving Cosmopolitanism" (Warwick), realizada de 27 a 29 de Abril de 2000. Ficheiro de 56,6 Kb em formato pdf (10 f.). Também disponível em: https://www.theglobalsite.ac.uk/press/010kaldor.htm.Acedido em 26 de Fevereiro de 2006.
A autora defende um projecto político cosmopolita como forma de resposta ao alastramento do que ela denomina de “Novas Guerras”. São apresentadas três razões para sustento desta proposta, sendo a primeira a ruptura com a modernidade clássica que está associada com o processo de globalização que é ilustrado pelas mudanças nos padrões da violência organizada. A segunda é uma extrema manifestação da erosão da autonomia do estado-nação sob o impacto da globalização, a qual apelida de “novas guerras”. A terceira, e última, diz respeito ao facto da legitimidade das instituições políticas estar intimamente ligada à protecção física do cidadão. As novas guerras podem ser vistas como “falhas na protecção”. O modo como a protecção aos cidadãos será feita irá mudar o futuro das instituições políticas.
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