O tráfico internacional de droga em Portugal - a via marítima [Recurso eletrónico] / José Leal, Joana Fundo, Dulce Velez
Autor institucional: Portugal. MJ. PJ. DCITE. Secção Central de Informação CriminalIdioma: Português.Publicação: Lisboa : Secção Central de Informação Criminal. DCITE. PJ, 2007Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmAssunto: 343400 | 234541 | 326784 | 238858 | 343871 | 343553Resumo: Apresentação (por José Braz). 1. Introdução. 2. A questão territorial e o posicionamento geo-estratégico. 3. A prioridade definida pelos resultados no âmbito da repressão do trafico de cocaína e haxixe por via marítima. 4. O sistema de controlo, vigilância e fiscalização no âmbito da repressão do tráfico de droga por via marítima. 5. O movimento comercial marítimo. 6. Os portos comerciais e a problemática dos contentores: 6.1. Elementos que se conjugam para tornar mais apetecível o seu uso; 6.2. Indicadores de risco; 6.3. O sistema MarInfo. 7. A importância da náutica de recreio no âmbito do controlo da costa nacional: 7.1. Sistemas de controlo; 7.2. A utilização de embarcações de recreio; 7.3. Pressupostos para manobrar embarcações de recreio; 7.4. Caso prático. 8. A delimitação da lei no plano da actuação das autoridades no espaço marítimo: 8.1. As convenções internacionais e acordos; 8.2. Breve definição dos vários espaços marítimos. 9. Projecções decorrentes da análise da informação criminal recuperada dos processos clandestinos do trafico: 9.1. A questão do método; 9.2. O quadro situacional - análise de dados (9.2.1. Organismo que procedeu à apreensão; 9.2.2. Escalões de apreensão; 9.2.3. Local onde se procedeu a apreensão; 9.2.4. Ponto de entrada da droga e modus operandi; 9.2.5. Pavilhão das embarcações suspeitas; 9.2.6. Formas de dissimulação; 9.2.7. Geo-referenciação dos pontos de introdução da droga; 9.2.8. As rotas internacionais com passagem por Portugal; 9.2.9. Organizações criminosas; 9.2.10. Estruturas empresariais; 9.2.11. Cooperação internacional policial; 9.2.12. Fluxos financeiros; 9.2.13. Detenções; 9.2.14. Género; 9.2.15. Nacionalidade; 9.2.16. Divisão de tarefas e papéis; 9.2.17. Antecedentes policiais). 10. Discussão final. 11. Recomendações. Bibliografia. Anexos - Fotografias relativas ao fenómeno (praias; embarcações de alta velocidade; embarcações de pesca; embarcações de recreio; embarcações comerciais; droga nas embarcações; o fardo; volumes de droga transportados por via marítima; espaços de armazenamento da droga; veículos pesados de mercadorias; estrutura de contentores; carga em contentores; no interior de estruturas mecânicas e eléctricas; no interior de madeira; em géneros alimentícios; na bagagem; em pedra; em estruturas metálicas). Matrizes de recolha de dados.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD73 (Browse shelf) | PJCD73 | Available | PJ1CD73 | |
| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD97 (Browse shelf) | PJCD97 | Available | PJ1CD97_27 | |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ2.D.2 (Browse shelf) | PJPOR00778 | Available | PJ1POR00778 |
Acesso reservado aos OPCs, magistraturas, forças de segurança e outras entidades envolvidas no combate ao tráfico de estupefacientes. Ficheiro de 7,01 Mb em formato PDF (210 p.). Versão em inglês: 28842/19.F.54; CD 46.
Apresentação (por José Braz). 1. Introdução. 2. A questão territorial e o posicionamento geo-estratégico. 3. A prioridade definida pelos resultados no âmbito da repressão do trafico de cocaína e haxixe por via marítima. 4. O sistema de controlo, vigilância e fiscalização no âmbito da repressão do tráfico de droga por via marítima. 5. O movimento comercial marítimo. 6. Os portos comerciais e a problemática dos contentores: 6.1. Elementos que se conjugam para tornar mais apetecível o seu uso; 6.2. Indicadores de risco; 6.3. O sistema MarInfo. 7. A importância da náutica de recreio no âmbito do controlo da costa nacional: 7.1. Sistemas de controlo; 7.2. A utilização de embarcações de recreio; 7.3. Pressupostos para manobrar embarcações de recreio; 7.4. Caso prático. 8. A delimitação da lei no plano da actuação das autoridades no espaço marítimo: 8.1. As convenções internacionais e acordos; 8.2. Breve definição dos vários espaços marítimos. 9. Projecções decorrentes da análise da informação criminal recuperada dos processos clandestinos do trafico: 9.1. A questão do método; 9.2. O quadro situacional - análise de dados (9.2.1. Organismo que procedeu à apreensão; 9.2.2. Escalões de apreensão; 9.2.3. Local onde se procedeu a apreensão; 9.2.4. Ponto de entrada da droga e modus operandi; 9.2.5. Pavilhão das embarcações suspeitas; 9.2.6. Formas de dissimulação; 9.2.7. Geo-referenciação dos pontos de introdução da droga; 9.2.8. As rotas internacionais com passagem por Portugal; 9.2.9. Organizações criminosas; 9.2.10. Estruturas empresariais; 9.2.11. Cooperação internacional policial; 9.2.12. Fluxos financeiros; 9.2.13. Detenções; 9.2.14. Género; 9.2.15. Nacionalidade; 9.2.16. Divisão de tarefas e papéis; 9.2.17. Antecedentes policiais). 10. Discussão final. 11. Recomendações. Bibliografia. Anexos - Fotografias relativas ao fenómeno (praias; embarcações de alta velocidade; embarcações de pesca; embarcações de recreio; embarcações comerciais; droga nas embarcações; o fardo; volumes de droga transportados por via marítima; espaços de armazenamento da droga; veículos pesados de mercadorias; estrutura de contentores; carga em contentores; no interior de estruturas mecânicas e eléctricas; no interior de madeira; em géneros alimentícios; na bagagem; em pedra; em estruturas metálicas). Matrizes de recolha de dados.
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