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Manhosos e heróis. Estudo das identidades dos grupos : criminosos, polícia e cidadão comum / António João Marques Maia

Autor: MAIA, António João MarquesIdioma: Português.Publicação: Lisboa : Ed. do a., 2000Descrição física: 140 p.; 30 cmAssunto: 320881 | 330232 | 244996 | 705 | 343480Resumo: 1. Introdução. 2. Enquadramento teórico. 2.1 Delimitação problemática. 2.2 A construção de um modelo teórico de análise. 2.3 Definição de conceitos. 2.3.1 O conceito de representação. 2.3.2 O conceito de identidade grupal. 2.3.3 O conceito de desvio (e de crime). 2.3.4 O conceito de socialização (ou enculturação). 2.4. Metodologia seguida. 3. Apresentação e análise dos dados. 3.1. Os perfis identitários que os indivíduos atribuem ao seu grupo (o perfil identitário do “nós”). 3.1.1 O grupo dos criminosos. 3.1.2 O grupo dos polícias. 3.1.3 O grupo do cidadão comum. 3.1.4 Leitura dos perfis identitários dos três grupos. 3.2. A identidade de cada grupo, construída a partir do perfil que os respectivos elementos possuem de si próprios (o perfil identitário do “eu”). 3.2.1 O grupo dos criminosos. 3.2.2 O grupo dos polícias. 3.2.3 O grupo do cidadão comum. 3.3. Perfil que os indivíduos dos grupos criminosos e polícias possuíam desses mesmos grupos, em momento anterior à sua pertença a eles. 3.4. A identidade hétero atribuída de cada um dos grupos. 3.5 Características não associadas a nenhum dos grupos. 3.6 Perfil identitário atribuído à figura do herói. 3.7 Perfil identitário da generalidade dos homens. 3.8. Perfil identitário da generalidade das mulheres. 3.9 Aspectos relativos ao processo de socialização do indivíduo de cada um dos grupos. 4. Conclusão. Bibliografia. Anexos.
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Monografias Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ16.C.69 (Browse shelf) PJ22929 Available PJ122929

Trabalho elaborado para um seminário de investigação, no âmbito da licenciatura em Antropologia da Universidade Nova de Lisboa. Ver também artigo da publicação periódica "Polícia e Justiça", Coimbra Editora, III Série Nº 1 (Jan.-Jun. 2003), p. 87-111.

1. Introdução. 2. Enquadramento teórico. 2.1 Delimitação problemática. 2.2 A construção de um modelo teórico de análise. 2.3 Definição de conceitos. 2.3.1 O conceito de representação. 2.3.2 O conceito de identidade grupal. 2.3.3 O conceito de desvio (e de crime). 2.3.4 O conceito de socialização (ou enculturação). 2.4. Metodologia seguida. 3. Apresentação e análise dos dados. 3.1. Os perfis identitários que os indivíduos atribuem ao seu grupo (o perfil identitário do “nós”). 3.1.1 O grupo dos criminosos. 3.1.2 O grupo dos polícias. 3.1.3 O grupo do cidadão comum. 3.1.4 Leitura dos perfis identitários dos três grupos. 3.2. A identidade de cada grupo, construída a partir do perfil que os respectivos elementos possuem de si próprios (o perfil identitário do “eu”). 3.2.1 O grupo dos criminosos. 3.2.2 O grupo dos polícias. 3.2.3 O grupo do cidadão comum. 3.3. Perfil que os indivíduos dos grupos criminosos e polícias possuíam desses mesmos grupos, em momento anterior à sua pertença a eles. 3.4. A identidade hétero atribuída de cada um dos grupos. 3.5 Características não associadas a nenhum dos grupos. 3.6 Perfil identitário atribuído à figura do herói. 3.7 Perfil identitário da generalidade dos homens. 3.8. Perfil identitário da generalidade das mulheres. 3.9 Aspectos relativos ao processo de socialização do indivíduo de cada um dos grupos. 4. Conclusão. Bibliografia. Anexos.

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