Relatório da 1.ª reunião de grupo de trabalho sobre tráfico de mulheres / Maria Leontina Trigo Fernandes, Leitão dos Reis, Guilhermino da Encarnação
Autor institucional: GRUPO DE TRABALHO SOBRE TRÁFICO DE MULHERES, 1.ª, Lyon, 2001Idioma: Português.Publicação: Lisboa : PJ, 2001Descrição física: s. num.; 30 cmAssunto: 321217 | 410454 | 262633 | 230179Resumo: No 1.º grupo de trabalho sobre tráfico de mulheres, que se realizou em Lyon, de 6 a 8 de Fevereiro de 2001, foram abordados temas fundamentais e abrangentes acerca do problema em questão. Inicialmente, as delegações presentes pronunciaram-se sobre a forma como as vítimas são protegidas em cada Estado, tendo-se verificado uma necessidade de uniformizar e padronizar comportamentos idênticos, com vista a esclarecer as unidades responsáveis, quais as suas áreas de intervenção e políticas a adoptar. No fundo, impõe-se por parte da investigação criminal o uso de técnicas pro-activas, que visem identificar o "modus operandi" das organizações criminosas que actuam a este nível. De destacar ainda nesta reunião, a necessidade de alguns Estados, como é o caso da Albânia, Moldávia e Ucrânia virem a fazer parte integrante deste grupo de trabalho e dos Estados participantes adoptarem no seu ordenamento jurídico medidas de protecção às vítimas, bem como o papel essencial que as ONG's têm vindo a representar.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ15.C.8 (Browse shelf) | PJ22307 | Available | PJ122307 |
No 1.º grupo de trabalho sobre tráfico de mulheres, que se realizou em Lyon, de 6 a 8 de Fevereiro de 2001, foram abordados temas fundamentais e abrangentes acerca do problema em questão. Inicialmente, as delegações presentes pronunciaram-se sobre a forma como as vítimas são protegidas em cada Estado, tendo-se verificado uma necessidade de uniformizar e padronizar comportamentos idênticos, com vista a esclarecer as unidades responsáveis, quais as suas áreas de intervenção e políticas a adoptar. No fundo, impõe-se por parte da investigação criminal o uso de técnicas pro-activas, que visem identificar o "modus operandi" das organizações criminosas que actuam a este nível. De destacar ainda nesta reunião, a necessidade de alguns Estados, como é o caso da Albânia, Moldávia e Ucrânia virem a fazer parte integrante deste grupo de trabalho e dos Estados participantes adoptarem no seu ordenamento jurídico medidas de protecção às vítimas, bem como o papel essencial que as ONG's têm vindo a representar.
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