Global labour market for professional football players and contract law [Recurso eletrónico] / Vasiliki Fasoula
In: Católica Law Review.ISSN 2183-9336. Lisboa. Vol. 2, n. 2 (Maio 2018) , p. 115-137Idioma: Inglês.Assunto: FUTEBOL | DESPORTO | NORMALIZAÇÃO Resumo: A indústria multibilionária do futebol oferece um produto que possui um mercado global de oferta e de procura. As federações transnacionais constituem associações privadas a que os seus membros se ligam através de contratos privados de adesão. A estas federações são reconhecidos poderes para organizar competições e regular a disciplina desportiva. Uma vez que os contratos nacionais de trabalho refletem as referidas normas, estas afetam os interesses laborais dos jogadores profissionais de futebol. A UE tem desenvolvido esforços para colocar estas normas transnacionais sob o controlo do direito do mercado interno, para defender a liberdade contratual entre indivíduos, mas também para proteger os jogadores que são a parte mais fraca do contrato e evitar uma distorção da concorrência entre os clubes que integram o mercado europeu. À medida que se assiste a uma liberalização da indústria do futebol, aumenta a necessidade de promoção de um diálogo social permanente e de monotorização do fair play financeiro.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 309 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto na publicação.
A indústria multibilionária do futebol oferece um produto que possui um mercado global de oferta e de procura. As federações transnacionais constituem associações privadas a que os seus membros se ligam através de contratos privados de adesão. A estas federações são reconhecidos poderes para organizar competições e regular a disciplina desportiva. Uma vez que os contratos nacionais de trabalho refletem as referidas normas, estas afetam os interesses laborais dos jogadores profissionais de futebol. A UE tem desenvolvido esforços para colocar estas normas transnacionais sob o controlo do direito do mercado interno, para defender a liberdade contratual entre indivíduos, mas também para proteger os jogadores que são a parte mais fraca do contrato e evitar uma distorção da concorrência entre os clubes que integram o mercado europeu. À medida que se assiste a uma liberalização da indústria do futebol, aumenta a necessidade de promoção de um diálogo social permanente e de monotorização do fair play financeiro.
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