Terrorist target selection [Recurso eletrónico] : the case of Anders Behring Breivik / Cato Hemmingby, Tore Bjørgo
In: Perspectives on Terrorism.ISSN 2334-37455. Vol. 12, n. 6 (December 2018) , p. 89-103Idioma: Inglês.Assunto: ANÁLISE PSICOLÓGICA | PERFIL PSICOLÓGICO | ESTUDO DE CASOS | NORUEGA Resumo: Os ataques ocorridos em julho de 2011 na Noruega proporcionaram uma rara oportunidade de estudo detalhado dos fatores e circunstâncias que influenciaram na decisão do terrorista, em especial o processo de seleção. Com mais de 65 potenciais alvos, apenas incluiu um terço deles nos seus planos. Quais os fatores que contribuíram para a rejeição de alguns alvos em prol de outros? Em que altura do processo de seleção tiveram lugar as sequências essenciais da tomada de decisão? Quais as alternativas consideradas pelo terrorista? O estudo analisa a interação dinâmica entre quatro vertentes: ideologia personalizada, estratégia de um ataque massivo de choque, capacidade operacional de Breivik e fatores externos. Em jeito de conclusão, poder-se-á referir que Anders Breivik não constituiu o típico terrorista que atuou por conta própria ou que fosse detentor do perfil psicológico de um “lone actor”.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 292 (Browse shelf) | Available |
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Os ataques ocorridos em julho de 2011 na Noruega proporcionaram uma rara oportunidade de estudo detalhado dos fatores e circunstâncias que influenciaram na decisão do terrorista, em especial o processo de seleção. Com mais de 65 potenciais alvos, apenas incluiu um terço deles nos seus planos. Quais os fatores que contribuíram para a rejeição de alguns alvos em prol de outros? Em que altura do processo de seleção tiveram lugar as sequências essenciais da tomada de decisão? Quais as alternativas consideradas pelo terrorista? O estudo analisa a interação dinâmica entre quatro vertentes: ideologia personalizada, estratégia de um ataque massivo de choque, capacidade operacional de Breivik e fatores externos. Em jeito de conclusão, poder-se-á referir que Anders Breivik não constituiu o típico terrorista que atuou por conta própria ou que fosse detentor do perfil psicológico de um “lone actor”.
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