Political violence from the extreme right in contemporary Portugal [Recurso eletrónico] / Riccardo Marchi, Raquel da Silva
In: Perspectives on Terrorism.ISSN 2334-37455. Vol. 13, n. 6 (December 2019) , p. 27-42Idioma: Inglês.Assunto: EXTREMA-DIREITA | VIOLÊNCIA POLÍTICA Resumo: Em Portugal a violência política da extrema-direita pode ser datada em dois períodos: o período de transição para a democracia (25 de abril de 1974 a meados dos anos 80) e a segunda metade dos anos 80 até à atualidade. Passa-se em revista os movimentos do primeiro período, nomeadamente os militantes que se radicalizaram na guerra colonial (1961-1974), a mobilização anti-imperialista da extrema-esquerda do movimento estudantil da crise académica de 1960, bem como as organizações políticas violentas ativas e cujo objetivo consistia em travar os avanços do comunismo em Portugal (Exército de Libertação). O segundo período apresenta uma extrema-direita que expõe uma identidade e discurso político etnonacionalista, resultante da fusão do ultranacionalismo da antiga extrema-direita e o racismo neonazi da subcultura skinhead, como é o caso do inicial Movimento de Ação Nacional, que após desmantelado pelas autoridades foi substituído pelo PHS – Hammerskins de Portugal.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 300 (Browse shelf) | Available |
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Em Portugal a violência política da extrema-direita pode ser datada em dois períodos: o período de transição para a democracia (25 de abril de 1974 a meados dos anos 80) e a segunda metade dos anos 80 até à atualidade. Passa-se em revista os movimentos do primeiro período, nomeadamente os militantes que se radicalizaram na guerra colonial (1961-1974), a mobilização anti-imperialista da extrema-esquerda do movimento estudantil da crise académica de 1960, bem como as organizações políticas violentas ativas e cujo objetivo consistia em travar os avanços do comunismo em Portugal (Exército de Libertação). O segundo período apresenta uma extrema-direita que expõe uma identidade e discurso político etnonacionalista, resultante da fusão do ultranacionalismo da antiga extrema-direita e o racismo neonazi da subcultura skinhead, como é o caso do inicial Movimento de Ação Nacional, que após desmantelado pelas autoridades foi substituído pelo PHS – Hammerskins de Portugal.
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